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//// Visitar Lavras do Sul é se surpreender com um jeito peculiar e simples de levar a vida. Muitas vezes se diz que Lavras do Sul é uma grande família, por conta de sua hospitalidade entre os habitantes e para com os visitantes. Mesmo com seu tamanho de pequeno porte, possui atrações e eventos que atraem pessoas de diversos lugares e de todos os estilos, em todas as épocas do ano. Conhecendo Lavras do Sul, tu irás te surpreender. ///// Localizado na mesorregião do Sudoeste Rio-grandense e na microrregião da Campanha Meridional, a 320 quilômetros via rodoviária da Capital do Estado do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, o município de Lavras do Sul foi fundado em 9 de maio de 1882, emancipando-se de Caçapava do Sul. É o único município gaúcho com origem na mineração e na extração do ouro, mineral outrora abundante na região. Segundo dados do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, a população era de 7.679 habitantes. Seu território se estende por 2.600 km² e, as Coordenadas Geográficas da zona urbana são 30° 48' 41” S, 53° 54' 02” O. Divide-se em dois distritos: Sede (a leste) e Ibaré (a oeste).

segunda-feira, 14 de abril de 2014

RSC-473: Carta do Prefeito Alfredo Borges sobre a rodovia

A REALIDADE DAS RSs 473 E 357 (BAGÉ/LAVRAS DO SUL)

É preciso relembrar aos mais velhos, e contar aos mais novos, a história destas rodovias.

Há 45 anos, mais ou menos, o trânsito da capital do Estado, Porto Alegre, com destino a fronteira, passava por Lavras do Sul. Estas rodovias eram estradas de chão, como são hoje, em boas condições de trafegabilidade, pois tínhamos entre Lavras e Bagé, duas capatazias do DAER que recuperavam as rodovias ao longo de seu uso. Infelizmente, entre o final da década de 60, início da de 70, o então Presidente da República Emílio Garrastazú Médice, resolveu, não sei por que motivo, construir a malfadada BR 153, isolando nossa cidade, ao invés de asfaltar estas duas rodovias citadas, pois o custo seria muito menor.

Lembro que meu pai, à época, Presidente do Sindicato Rural de Lavras do Sul, que, juntamente com o Prefeito Breno Bulcão, foram até Bagé falar com o Presidente Médice, pois o mesmo era natural de lá, para gestionar que o asfalto passasse em Lavras. Desse encontro, meu pai veio tão decepcionado, que trouxe de volta o presente que levaram para o Presidente, pois ouviram desse que “era mais fácil levar Lavras até o asfalto, que trazer o asfalto até Lavras”.

Tínhamos naquela época, mais ou menos, 18.000 habitantes. Hoje, somos pouco mais de 7.600. Não passam mais ônibus, nem caminhões e muito menos turistas que iam ao Uruguai, abasteciam no Porto do Forgiarini ou do Seu Keno, arrumavam pneus na borracharia do Valdomiro, almoçavam ou jantavam na Churrascaria do Freitas. Com esse desserviço para Lavras, paramos no tempo, ficamos isolados, só cruza nestas rodovias, quem vem à Lavras.

No decorrer dos anos, a instituição DAER foi ficando sucateada, funcionários se aposentando, e a estrada sendo esquecida, acabou virando neste caminho que conhecemos muito bem.

Vários Governadores passaram pelo Estado nestes anos, alguns nomeados, outros eleitos, de vários partidos, como: ARENA, MDB, PAS, PDT, PFL, PMDB e PT, e, nesses 45 anos, vivemos só de promessas.

Faço esta pequena introdução para que possa comentar a situação destas rodovias, atualmente. Há mais ou menos 3 anos, a comunidade unida, em uma interiorização do Governado do Estado em Bagé, reivindicou o asfaltamento dessas rodovias. Lembro-me, o Ginásio do Colégio São Pedro estava lotado, metade era o povo de Lavras que, de uma forma organizada, educada, liderado pelo Prefeito Paulinho, fez sua manifestação. Lembro-me, também, que o Deputado Mainardi, fez um histórico dessa estrada, dizendo que Dom Diogo, quando fundou Bagé, chegou por ela, fazendo uma alusão que estas rodovias são as mais antigas do Rio Grande do Sul.

O Governador Tarso, naquele momento, determinou ao Secretário Beto Albuquerque, para que providências fossem tomadas a respeito, o que resultou na Ordem de asfaltar 22,7Km, que já estavam licitados há muito tempo.

Começam, então, os preparativos da Construtora SULTEPA, que deu o início das obras com um tímido trabalho na Rodovia, que se arrasta até o momento.

Quando assumi a Prefeitura de Lavras do Sul, em Janeiro de 2013, comecei uma peregrinação ao DAER, Secretaria de Obras e SULTEPA, sempre acompanhado pelo Deputado Mainardi, então Secretário de Agricultura e, em algumas vezes, pelo o Senhor Francisco Abascal, Presidente do Sindicato Rural de Lavras do Sul.

Vários foram os entraves nesse período, questões contratuais, como por exemplo, a inexistência de quem manteria o trecho em obras, SUTEPA ou DAER. Poderia, ou não, a SULTEPA terceirizar o serviço? E, o mais grave: a construtora só receberia pela obra, depois dessa concluída, e não por partes. O natural é a empresa fazer tantos Km, o DAER medir e pagar.

Neste último ano, a comunidade unida fez protestos, peregrinações, reivindicações para a continuidade de obra, sempre contando com o apoio de Vereadores, Prefeitos, Deputados, etc.

Houve na SEINFRA, neste período, várias trocas de Secretários, chegando ao atual Secretário João Victor Domingues. Fui comunicado esta semana, pelo Deputado Mainardi, que o mesmo tinha uma audiência com o referido Secretário, dia 10.04, às 14h, para tratarmos do recomeço das obras. Na mesma semana, também fui comunicado pela Sra. Marli Fernandes, uma das cidadãs da Comissão que reivindica o recomeço da obra, de que o Sr. Gedeão Pereira, representando a FARSUL, teria marcado reunião com o Secretário João Victor, dia 10.04, às 14h30min. Fui até a SEINFRA, onde participei da 1ª audiência com o Deputado Mainardi e o Secretário João Victor, a qual durou 10min. Foram chamadas as demais pessoas para a audiência das 14h30min, dentre essas, várias representações, sindicatos, produtores, vereadores e deputados.

Na oportunidade, foi repassado ao grupo tudo o que relatei antes, todas as dificuldades contratuais, garantindo o Secretário João Victor que tinham acertado com a SULTEPA todas as dúvidas, como: a Construtora poderia terceirizar parte da obra (30%) com a ENTEL, a conservação da parte em obras ficará a cargo da SULTEPA, e o DAER poderá pagar a obra por etapas, e que as obras reiniciarão na primeira semana do mês de Maio do corrente ano.

Informou-nos, também, o Secretário João Victor, que o DAER dará condições de manutenção ao restante da estrada, inclusive através de terceirização.

Entendo que o informado era tudo que queríamos ouvir, ou seja, a continuidade do asfalto em 22,7Km, e a manutenção, até futura licitação, do restante das RSs 473 e 357.

Entendo que, como Gestor, estou acima de cores partidárias, priorizando o melhor para meu Município e, fazendo justiça, preciso afirmar que o atual Governador Tarso Genro, foi o único nestes anos que mandou asfaltar parte da RS 473.

Tenho visto, casualmente, informado por amigos, comentários irresponsáveis e mentirosos no facebook, comentários esses de pessoas que caem de paraquedas no meio do Processo, e querem o estrelato. Como Gestor, faço meu trabalho com clareza e respeito às pessoas, pois, com ofensas e cobranças eleitoreiras, nada vai se conseguir.

Acredito que o compromisso assumido pelo Secretário João Victor, no último dia 10.04, vai ser cumprido, pois, se isto não acontecer, vou ser o primeiro a cobrá-lo, mas não vou admitir que oportunistas façam da desgraça alheia, palanque político para promoverem-se.

Pode se enganar a poucos por muito tempo, enganar a muitos por pouco tempo, mas jamais enganar a todos por todo o tempo.

Alfredo Borges.

FONTE: Claudia Garcia (Facebook)

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O município gaúcho de Lavras do Sul está localizado a 324 km a sudoeste de Porto Alegre, entre Caçapava do Sul e Bagé, através de acessos pelas rodovias BR-290, BR-392 e ERS-357. Possui 7 679 habitantes, distribuídos em uma área de 2 600 km² (IBGE, 2010). Emancipado de Caçapava em 9 de maio de 1882, foi o único município gaúcho com origem na mineração do ouro. Possui as denominações carinhosas de "Pepita do Rio Grande" e "Terra do Ouro". Na atualidade, a economia se baseia na pecuária (principalmente bovinos e ovinos), comércio, fruticultura, lãs, indústrias artesanais e turismo. Tem como atrações turísticas principais a Igreja Matriz de Santo Antônio, a Praça Licinio Cardoso e o Camping Municipal (ou Praia do Paredão). O Carnaval lavrense é um dos maiores do Rio Grande do Sul e do Interior Brasileiro. Além do Carnaval, são realizadas as mais diversas festas e eventos ao longo do ano. Tudo consequência da alegria, da tranquilidade, da hospitalidade e da receptividade do povo lavrense.
A Sede está situada na latitude de 30°48’41”S e longitude 53°54’02” O. São dois os Distritos: o primeiro, Sede, com 1.240 km² aproximadamente; e o segundo, o Ibaré, com 1.360 km² aproximadamente.
A altitude média é de 300 metros acima do nível do mar (oficialmente ela está em 277 metros), mas em vários pontos, chega a 400, 450 metros. Nas regiões do extremo oeste do município, alcança apenas 98 m nas curvas do Rio Santa Maria.
Faz divisa com sete municípios: Vila Nova do Sul e Santa Margarida do Sul (norte), São Gabriel (norte e noroeste), Dom Pedrito (oeste, sul e sudoeste), Bagé (sudeste), Caçapava do Sul (leste e nordeste) e São Sepé (nordeste e norte). Até os anos 1980, havia uma pequena divisa com Rosário do Sul, que foi extinta devido a anexações aos municípios de Dom Pedrito e São Gabriel. O perímetro aproximado de divisas de Lavras do Sul é de 380 km. A distância entre os extremos leste-oeste é de cerca de 120 km.
Lavras do Sul está situada a 2.431 km de Brasília, Capital do Brasil, e a 641 km de Montevidéu, Capital do Uruguai. Localiza-se na faixa de fronteira.

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