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Visitar Lavras do Sul é se surpreender com um jeito peculiar e simples de levar a vida. Muitas vezes se diz que Lavras do Sul é uma grande família, por conta de sua hospitalidade entre os habitantes e para com os visitantes. Mesmo com seu tamanho de pequeno porte, possui atrações e eventos que atraem pessoas de diversos lugares e de todos os estilos, em todas as épocas do ano. Conhecendo Lavras do Sul, tu irás te surpreender. ///// Localizado na mesorregião do Sudoeste Rio-grandense e na microrregião da Campanha Meridional, a 320 quilômetros via rodoviária da Capital do Estado do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, o município de Lavras do Sul foi fundado em 9 de maio de 1882, emancipando-se de Caçapava do Sul. É o único município gaúcho com origem na mineração e na extração do ouro, mineral outrora abundante na região. Segundo dados do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, a população era de 7.679 habitantes. Seu território se estende por 2.600 km² e, as Coordenadas Geográficas da zona urbana são 30° 48' 41” S, 53° 54' 02” O. Divide-se em dois distritos: Sede (a leste) e Ibaré (a oeste).

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

NOSSO MUNICÍPIO: Texto 1 - Aspectos da Geografia de Lavras do Sul

Segundo o IBGE, Lavras do Sul localiza-se na mesorregião do Sudoeste Rio-grandense e na Microrregião da Campanha Meridional, a 320 km de Porto Alegre. Situa-se no mesmo fuso horário de Brasília (tanto no horário normal como no Horário de Verão), ou seja, -3h em relação a Greenwich (-2h no horário de verão).

A localização da sede municipal, de acordo com as Coordenadas Geográficas, é de latitude 30º48’41” S e longitude 53º54’02”.

Com área de 2.680 km² (embora órgãos oficiais nos mostram entre 2.599 e 2.601 km²), o equivalente a 268.000 hectares, é o 22º maior município gaúcho em extensão territorial e o mais extenso do Estado com menos de 10.000 habitantes. Divide-se em dois Distritos (Sede, 1.400, km², e Ibaré, 1.280 km²). Seu território equivale a quase cinco vezes o tamanho da cidade de Porto Alegre. Os pontos mais elevados do Município estão nas divisas com Vila Nova do Sul e São Gabriel (460 metros). Outro importante ponto elevado do Município é a coxilha de São Sebastião (378 metros). Os pontos mais baixos estão a cerca de 100 metros acima do nível do mar, nas regiões do extremo oeste (margens do Rio Santa Maria, divisa com Dom Pedrito e proximidades da divisa com Rosário do Sul).

A geologia lavrense é muito peculiar, com formações rochosas surpreendentes, com a Toca do Eusébio, a Toca do Corvo e o Rincão do Inferno. Este último é um parque natural que divide Lavras do Sul e Bagé, pertencente à Família Ferreira, e que é formado por rochas sedimentares conglomeradas que são cortadas por cânions de 250 metros de profundidade, por onde corre o Rio Camaquã, dentro de grandes e maciços rochedos.

Há em Lavras do Sul uma grande diversidade de paisagens Uma síntese de diversos biomas brasileiros é encontrada em seu território. Há exemplares de espécies vegetais típicas de ecossistemas, como a Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Mata dos Pinhais, espalhados em pontos diversos. No entanto, a vegetação predominante, são os campos, formados por gramíneas e capões de mato isolados, apresentados em morros arredondados ou planos, além de apresentar as maiores elevações do território. Na porção oeste, o relevo é mais plano e típico dos Pampas.

O território lavrense é um divisor natural de águas do Rio Grande do Sul. Em um só ponto, o chamado Marco Gaúcho das Águas, localizado na localidade da Meia Lua, próximo à divisa com São Gabriel, está delimitado o encontro das terras banhadas pelas bacias hidrográficas do Guaíba, do Camaquã (Bacia do Atlântico Sudeste) e do Uruguai. O principal curso d´água lavrense é o Arroio Camaquã das Lavras, formador do Rio Camaquã, juntamente com os arroios do Jacques e do Hilário; corta a sede municipal e é um dos grandes responsáveis pela formação e desenvolvimento urbano do Município, uma vez que foi à beira deste arroio que surgiram os acampamentos mineiros de exploração do ouro que existia em seu leito, especialmente no século XIX. O Rio Camaquã nasce oficialmente entre Lavras do Sul, Caçapava e Bagé, e tem mais de 350 km de extensão, desembocando na Laguna dos Patos.

A porção ocidental do Município apresenta uma bacia hidrográfica distinta, com as águas pertencentes à sub-bacia do Rio Santa Maria e Bacia do Rio Uruguai. Os principais arroios desta porção de território são o Santo Antônio, o Ivaró e o Jaguari, que corta o Distrito do Ibaré. O Rio Santa Maria, que faz a divisa natural com Dom Pedrito, forma meandros e curvas, dando origem a pequenas praias de areia densa. É importante ressaltar que tanto no setor ocidental (sub-bacia do Santa Maria), como no setor orientas (sub-bacia do Camaquã), são encontrados diversos pontos com grande quantidade de areia e sedimentos às margens dos arroios, formando praias fluviais.

Segundo João Francisco Trein Leite, em sua obra “Lavras do Sul – O relevo de tua história”, publicada em 2005, os solos lavrenses possuem formação granítica e elementos ásperos, com aspectos de rochas duras. Todos os tipos elementares de rochas são encontrados em território lavrense, além é claro, das formações rochosas pré-cambrianas, desenvolvidas a partir do início da formação geológica da Terra.

Mais de 400 espécies silvestres da animais habitam o Município, entre elas uma grande diversidade de aves - como o quero-quero, o pardal, o avestruz , o corvo - mamíferos - como o zorrilho, o veado-campeiro, o tatu (mulita) e a capivara -, além de diversas espécies de peixes, anfíbios, insetos e répteis. A flora é bastante diversificada e entre os principais exemplos temos as figueiras, salgueiros, cinamomos, gramíneas de diversos tipos, macegas, cactos e aroeiras. Animais domésticos são encontrados em praticamente todas as residências, e muitos animais são vistos soltos pelas ruas da cidade, como cães, gatos, cavalos e vacas, o que requer certos cuidados dos motoristas e pedestres.

O Município de Lavras do Sul está totalmente dentro do Bioma Pampa, possuindo mais de 80% do campo nativo conservado. As áreas situadas ao norte da cidade são consideradas as mais bem conservadas de todo o bioma, com sua vegetação e fauna praticamente intactas. O bioma Pampa é transnacional, abrangendo quatro países (Extremo Sul do Brasil, Uruguai, Argentina e Paraguai), mais de 2.000 espécies vegetais (349 apenas de gramíneas e 346 apenas encontradas dentro do bioma), além de 487 espécies de aves. Segundo especialistas da área de biologia, a pecuária (uma das principais atividades econômicas lavrenses) é a atividade econômica menos impactante para os campos nativos, uma vez que há a manutenção das condições naturais.

Registros pluviométricos coletados há mais de 30 anos na Chácara do Laranjal, pelo Sr. Luis Fernando Souza, dão conta de que a média de chuvas anuais no Município de Lavras do Sul é de 1.786 mm (em 2002, ocorreu o maior índice pluviométrico, com 2.904 mm; o menor índice de chuvas aconteceu em 1996, com 1.182 mm). Duas grandes enchentes foram registradas, em 1983 e 1992 (onde foram registrados quase 400 mm de chuva em dois dias).

É muito comum, entre abril e setembro, o fenômeno da cerração (nevoeiro), condição climática que é formada durante a noite e perdura até o amanhecer, ocorrendo graças à condensação do ar que ocorre junto à superfície, causada pelo resfriamento do ar quente e úmido, quando o mesmo entra em contato com o solo frio das pedras e do calçamento das ruas. Paulo José, ator e diretor renomado nacionalmente, nascido em Lavras do Sul, afirma que este fenômeno pode ser visto com uma beleza e transparência ímpares em apenas duas cidades do mundo, Lavras do Sul e Londres, capital do Reino Unido.

Dados Geodésicos

Localização geodésica (por coordenadas)

Coordenadas geográficas aproximadas:
* Sede do Município: 30°48'46 "S; 53°53'42" O
* Extremo leste: 30°50’35”S; 53°42’01” O
* Extremo oeste: 30°43’58”S; 54°43’10”O
* Extremo norte: 30°26’53”S; 54°03’49”O
* Extremo sul: 30°56’40”S; 54°03’49”O
* Distrito do Ibaré: 30°45’58”S; 54°14’57”O

Coordenadas UTM aproximadas
* Sede do Município: 22J222259.73m E; 6589229.05m S
* Extremo leste: 22J244675.51m E; 6586514.63m S
* Extremo oeste: 21J718890.34m E; 6600681.60m S
* Extremo norte: 22J220586.22m E; 6614034.44m S
* Extremo sul: 22J216010.53m E; 6569348.92m S
* Distrito do Ibaré: 21J763127.21m E; 6590387.51m S

Lavras do Sul, em linha reta, localiza-se a 3.432 km da Linha do Equador e a 789 km do Trópico de Capricórnio.

Localização segundo o IBGE: Mesorregião do Sudoeste Rio-Grandense, Microrregião da Campanha Meridional.

Municípios limítrofes: Bagé (sudeste e sul), Dom Pedrito (sul, sudoeste e oeste), São Gabriel (oeste, noroeste e norte), Santa Margarida do Sul, Vila Nova do Sul e São Sepé (norte), Caçapava do Sul (nordeste, leste e sudeste).

Classificação regional: Lavras do Sul pode ser inserida, no que diz respeito à sua classificação regional, em diversas denominações: Alto Camaquã (microrregião da qual fazia parte nos anos 1980, segundo o IBGE), Sudoeste Rio-Grandense, Serra do Sudeste, Região Central, Pampa, Região da Campanha, Fronteira e Campanha Meridional (esta última é a atual classificação do IBGE).

Hora Local:
* Em relação a Brasília: a mesma, tanto no horário normal, quanto no Horário de Verão.
* Em relação a Greenwich (Reino Unido): - 3 horas (Esse local, bairro localizado na capital do Reino Unido, Londres, é um parâmetro utilizado para a medição e localização da hora de qualquer cidade, país ou região do mundo).

Superfície: A área total do município é de cerca de 2 600 km², sendo dividida em dois distritos: Sede, com 1 260 km², e Ibaré, com 1 340 km². A superfície do município de Lavras corresponde a 0,9669% do Estado, 0,4613% da Região Sul do Brasil e 0,0306% do território brasileiro.
O perímetro aproximado das divisas do Município, segundo cálculos do autor, e de 331,45 km.

Aspectos gerais A sede municipal de Lavras do Sul está situada a uma altitude média de 277 metros e encontra-se no chamado Escudo Sul-Rio-Grandense, mas a porção ocidental do município, chamada localmente de "fundo", assemelha-se mais com a Região da Campanha, com campos limpos, relevo mais plano e pouca vegetação. Uma considerável parte do município (porção centro-oriental) apresenta elevações acima de 300 metros, podendo chegar a 440 metros em algumas pequenas serras, como a Serra do Batovi, a Coxilha do Tabuleiro e o Rincão do Inferno. A cidade está situada entre três pequenas serras: Santa Tecla (ao norte de Bagé), Batovi (ao sul de São Gabriel) e de Caçapava (a leste). A vegetação é mais densa na porção leste e típica da Campanha na porção oeste. Os principais rios são o arroio Camaquã das Lavras (que banha a sede municipal, e juntamente com os arroios do Jaques e do Hilário, formam o rio Camaquã), arroio Ivaró, arroio Taquarembó e arroio Santo Antônio, que desembocam no Rio Santa Maria, que banha uma pequena porção no extremo oeste do município, na divisa com Dom Pedrito. Ainda, sobre a hidrografia, podemos classificar o município em duas regiões:

 * Bacia Oriental: formada pelo rio Camaquã Grande e os arroios Camaquã das Lavras, Nazária, do Tigre, Natálio, Camaquã dos Macedos, Divisa, do Meio, do Jacques, do Hilário e Marica, entre outros.

* Bacia Ocidental: formada pelo rio Santa Maria e pelos arroios Taquarembó, Jaguari, do Salso, Ivaró e Santo Antônio, entre outros.

O clima é subtropical úmido, com as quatro estações do ano bem definidas, verões e invernos bem rigorosos (no verão, as temperaturas podem chegar próximas dos 40ºC, e no inverno, as médias são de 6ºC a 12ºC, podendo chegar facilmente a 0ºC, com grande ocorrência de geadas). As chuvas são regularmente distribuídas o ano todo, embora possam ocorrer eventualmente períodos de estiagem. A temperatura média anual é de 18º C.

Alguns acidentes geográficos do interior do município:

* Cerros (morros): Formoso, do Tigre, do Posto, Paritdo, Branco, Pelado.
* Formações Rochosas: Toca do Corvo, Rincão do Inferno.
* Serras: do Acampamento, do Jaguari, do Ibaré, do Tabuleiro, do Batovi.
* Coxilhas: do Jacques, do Tabuleiro, de São Sebastião, do Marica, do Astrogildo, do João Caminha, da Talavera, Seca.
* Lagoas: Formosa, Grande, da Nação, dos Tordilhos, das Três Águas, das Pedras.

A cidade orginou-se de forma linear, ou seja, espontânea. No início, apresentava ruas somente na parte mais alta da cidade. No entanto, a partir da década de 1980, ocorreu uma grande expansão urbana, resultante do fenômeno do êxodo rural. Esse fato motivou o surgimento de novos bairros e vilas, como Cerrito, Renascença, Samuel Souza, Breno Bulcão (Militar), Vila Poty Medeiros e Vila da Olaria. A implantação do Balneário do Paredão foi outro fato importante para essa expansão, pois formou um núcleo populacional do lado oposto ao do centro (chamado localmente de "Uruguai"), dando origem à centenas de casas. O curioso é que, apesar de o número de habitantes ter sido reduzido gradualmente (entre as décadas de 1930 e 1950, a cidade já chegou a ter 13 000 habitantes), Lavras do Sul apresenta sua área urbana com uma extensão bastante considerável.

A topografia da sede municipal não é uniforme: a partir da sede do município, olhando-se para o sul, na direção de Bagé, ou a oeste, na direção de Dom Pedrito e São Gabriel, é possível distinguir claramente o relevo de coxilhas, com leves elevações e vegetação rasteira, característico da região da Campanha. Ao norte, diferentemente, nota-se o contraste da região de morros característica da microrregião da Serra do Sudeste, situada ao norte do município, até a divisa com Caçapava do Sul. Na zona urbana do município prevalece o relevo de ondulações, com vias públicas íngremes, apresentado apenas uma parte mais plana e baixa ao longo da Avenida Coronel Galvão, junto ao arroio.

Topografia e relevo

Dentro do território lavrense, as cotas de altitudes variam entre 116 e 460 metros acima do nível do mar.
A seguir, segundo observações através do Google Earth®, as altitudes de diversos pontos do Município de Lavras do Sul, em relação ao nível do mar:

• Ibaré = 202m
• Proximidades do Ibaré = 438m
• Taboleiro = 383m
• Rincão do Inferno = 287m
• Santa Fé = 178m
• Maricá = 238m
• Meia-Lua = 435m
• Margens do Rio Santa Maria = 116m
• Barragem de Taquarembó = 125m
• Praia do Paredão = 283m
• Monumento a Santo Antônio = 289m
• Sindicato Rural = 390m
• Entrada Principal (Avenida Nove de Maio) = 340m
• Igreja Matriz de Santo Antônio = 302m
• Praça Licínio Cardoso = 301m
• Praça das Bandeiras = 289m
• Gruta Nossa Senhora de Lourdes = 333m
• Torres de TV (Vila da Olaria) = 334m
• Ginásio Municipal = 276m

Com relação às altitudes dentro de sua superfície, Lavras do Sul apresenta cotas, na sua metade centro-oriental, com números que variam entre 200 e 460 metros em relação ao nível do mar. A sede do município está situada numa média de 300 metros (277 metros junto às margens do Arroio Camaquã das Lavras, e entre 320 e 380 metros, nos pontos mais elevados, como na Avenida Cacildo Delabary, nos altos da Vila da Olaria e junto ao Sindicato Rural, na saída para São Gabriel).

Nos setores norte e sul da porção centro-oriental, há um extenso planalto, com diversos cerros e morros. As maiores elevações encontram-se nessa região.

Nos extremos ocidentais do município (meandros do Rio Santa Maria – Passo da Santa Maria –, na divisa com Dom Pedrito) as altitudes já se apresentam bem mais modestas – cerca de 120 a 130 metros. No extremo ocidental (divisa com Caçapava) a média varia entre 215 e 150 metros.

A sede municipal de Lavras do Sul está situada a uma altitude média de 277 metros e encontra-se no chamado Escudo Sul-Rio-Grandense, mas a porção ocidental do município, chamada localmente de "fundo", assemelha-se mais com a Região da Campanha, com campos limpos, relevo mais plano e pouca vegetação. O ponto extremo dessa porção (Passo da Santa Maria) fica a mais ou menos 110 km a oeste da sede municipal, na divisa com Dom Pedrito e próximo ao território de Rosário do Sul. Uma considerável parte do município (porção centro-oriental) apresenta elevações acima de 300 metros, podendo chegar a 440 metros em algumas pequenas serras, como a Serra da Mantiqueira (onde se localiza o Cerro da Mantiqueira, com 399 metros de altitude), a Serra do Batovi, a Coxilha do Tabuleiro e o Rincão do Inferno. A cidade está situada entre três pequenas serras: Santa Tecla (ao norte de Bagé), Batovi (ao sul de São Gabriel) e de Caçapava (a leste).

A topografia da sede municipal não é uniforme: a partir da sede do município, olhando para o sul, na direção de Bagé, ou a oeste, na direção de Dom Pedrito e São Gabriel, é possível distinguir claramente o relevo de coxilhas, com leves elevações e vegetação rasteira, característico da região da Campanha. Em contrapartida, na direção norte nota-se o contraste da região de morros característica das Serras do Sudeste, que, no município, abrange a porção norte-nordeste, as divisas com Caçapava do Sul e Bagé e a porção central do município. Na zona urbana do município prevalece o relevo de ondulações, com vias públicas íngremes, apresentado apenas uma parte mais plana e baixa ao longo da Avenida Coronel Galvão, junto ao arroio. Mesmo com uma população de cerca de 5.000 habitantes, a zona urbana de Lavras do Sul apresenta mais de 200 ruas e acessos, número bastante considerável para uma cidade de pequeno porte do interior gaúcho.

O Segundo Distrito (Ibaré) localiza-se em um terreno plano, com leves ondulações. A via principal, onde se localiza grande parte das casas da localidade, possui uma ladeira (lomba). Rodeia o entrono do Ibaré, diversos cerros rochosos, com altitude que pode alcançar mais de 400 metros, porém seu sítio urbano situa-se à metade da altitude dos morros vizinhos (202 metros). É cortado por um arroio, de configuração semelhante aos arroios da Sede Municipal (sobre este item, abordaremos no próximo capítulo).

Hidrografia

Em Lavras, podemos notar uma relevante observação geográfica: entre o Ibaré e a Sede existe um divisor natural de águas entre as bacias hidrográficas do Camaquã (integrantes do sistema Sudeste [ou Atlântico]) e do Rio Santa Maria (integrante da bacia do Uruguai, inserida no sistema hidrográfico do Estuário do Prata). Nesta área, com média de 350 metros de altitude, além de belas formações rochosas, bastante antigas e erodidas, podemos encontrar diversas fazendas, utilizadas principalmente para a criação de gado.
Os principais rios do Município são o arroio Camaquã das Lavras (que banha a sede municipal, e que juntamente com os arroios do Jaques e do Hilário, forma o rio Camaquã), arroio Ivaró, arroio Taquarembó e arroio Santo Antônio, que desembocam no Rio Santa Maria, que banha uma pequena porção no extremo oeste do município, na divisa com Dom Pedrito. Podemos classificar o município em duas regiões hidrográficas distintas:

• Bacia Oriental: formada pelo rio Camaquã Grande e os arroios Camaquã das Lavras, Nazária, Imbicuí, do Tigre, Natálio, da Mantiqueira, Camaquã dos Macedos, Divisa, do Meio, do Jacques, do Hilário e Maricá, Sanga da Matilde, entre outros;

• Bacia Ocidental: formada pelo rio Santa Maria e pelos arroios Taquarembó, Jaguari, do Salso, Ivaró e Santo Antônio, entre outros.

Os arroios Camaquã Chico (montantes dos afluentes formadores entre Dom Pedrito e Bagé), do Jaques, do Hilário e Camaquã das Lavras juntam-se para dar origem ao rio, na divisa de Lavras com Caçapava e Bagé.

O Rio Camaquã possui suas nascentes em Lavras do Sul e municípios vizinhos, fazendo com que a porção oriental do município pertença à bacia hidrográfica do mesmo. Possui cerca de 430 km de extensão, passando por municípios como Santana da Boa Vista, Encruzilhada do Sul e Amaral Ferrador, e desembocando na Laguna dos Patos, na divisa de Camaquã com São Lourenço do Sul. A Bacia do Rio Camaquã possui uma superfície de 21.517,58 km², correspondendo a 7,6% do Estado, abrangendo 26 municípios e cerca de 255 mil habitantes.

Características dos rios de Lavras do Sul

A qualidade da água é satisfatória em quase todos os cursos d’água. No entanto, há uma grande quantidade de lodo em boa parte dos mesmos. Apenas há pequenos focos de poluição no trecho em que o Camaquã das Lavras cruza a zona urbana. O transporte de sedimentos forma diversos bancos de areia e praias fluviais. No Balneário do Paredão, por exemplo, há uma concentração de areia e plantas, já considerada como ilha. A Praia do Salsinho, propriedade particular localizada próxima ao Paredão, apresenta uma grande concentração de minerais (quartzitos e granitos), além de uma extensa e espessa faixa de areia.
Tanto a Sede como o Ibaré são banhados por arroios de características idênticas. A mata ciliar cobre as margens dos principais arroios, estando ao lado de grandes depósitos de sedimentos.

Clima

O clima do Município é subtropical úmido, com as quatro estações do ano bem definidas, verões e invernos bem rigorosos (no verão, as temperaturas podem chegar próximas dos 40ºC, e no inverno, as médias são de 6ºC a 12ºC, podendo chegar facilmente a 0ºC, com grande ocorrência de geadas). A temperatura média anual é de 18º C (as médias gerais mínimas e máximas são, respectivamente, 12°C e 20°C). Historicamente, entretanto, a distribuição das chuvas no município é regular, e as secas ocorrem, ainda que de forma alternada.

No geral, o índice pluviométrico médio de Lavras do Sul varia entre 1.300 e 1.600 mm anuais.
Em 2010/2011 e 2011/2012, os índices de chuvas estiveram abaixo da média histórica, consequências do efeito La Niña, que consiste em um aquecimento das águas do Oceano Pacífico e que influencia nos regimes de chuvas em determinadas regiões brasileiras – chuvas no Nordeste e Sudeste e secas no Sul do Brasil, sobretudo no Rio Grande do Sul e em alguns pontos de Santa Catarina. A pluviosidade Lavras do Sul foi bastante irregular nesses períodos, sobretudo entre 2010 e 2011, época em que foi decretada situação de emergência no Município. Muitas comunidades rurais lavrenses passaram por dificuldades na produção agropecuária e no abastecimento de água.

Temperaturas médias por estação:
• Primavera: entre 16°C e 20°C
• Verão: entre 20°C e 24°C
• Outono: entre 12°C e 16°C
• Inverno: entre 10°C e 14°C
Extremos médios de temperatura:
• Verão: entre 39°C e 40°C
• Inverno: entre -6°C e 0°C

Classificação climática de Lavras do Sul

Em maio de 2011, após diversas pesquisas, foi lançada pela Prof. Maíra Suertegaray Rossato, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a nova tipologia climática do Estado do Rio Grande do Sul. A nova classificação é mais detalhada, levando-se em consideração os fatores de massas de ar, relevo e temperatura, entre outros. Sobre a tipologia climática proposta pela Prof. Maíra Suertegaray Rossato, podemos classificar o relevo de Lavras do Sul e da Região da Campanha Gaúcha/Pampa Meridional conforme informações a seguir.

O clima lavrense (e também do Pampa Gaúcho e da região sul do Estado do Rio Grande do Sul), segundo esta tipologia, é Subtropical Ia, ou seja:

Pouco úmido, com inverno frio e verão fresco. Área com maior influência dos sistemas polares e com menor participação dos sistemas tropicais conjugados com a influência do relevo (Escudo Sul-rio-grandense e Planície Costeira) e da Corrente fria das Malvinas (Falklands). Os sistemas frontais são responsáveis pela maior parte das precipitações. Chove entre 1200-1500 mm anuais, distribuídos em 80-100 dias de chuva. São os menores valores de precipitação pluvial do RS que se distribuem mensalmente em cerca de 6-9 dias de chuva. A temperatura média anual varia entre 17-20°C. A temperatura média do mês mais frio oscila entre 11-14°C e a temperatura média do mês mais quente varia entre 20-26°C. (ROSSATO, 2011)


Há um século, podemos definir que o clima de Lavras do Sul era mais ameno. Resultados de análises, obtidos através da raríssima obra Dados Meteorologicos de 1912-1913, produzido pelo Instituto Astronômico e Meteorológico da Escola de Engenharia de Porto Alegre e publicado no ano de 1914, são o fato de o ano de 1912 ter sido mais quente que o de 1913 em Lavras do Sul, apresentando médias maiores de temperatura. O ano de 1913 foi mais úmido, chuvoso e frio, além de apresentar mais meses com grande concentração de chuvas.

Medição das temperaturas e previsão do tempo

Nas rádios locais do Município, a temperatura é divulgada constantemente, através de medições com aparelhos e termômetros próprios. O sistema de medição de chuvas da Chácara do Laranjal, de propriedade do Sr. Luiz Fernando Souza (“Nanana”) é responsável por divulgar índices médios de chuvas em Lavras do Sul, divulgando-os periodicamente para a Rádio Pepita FM e para o site do Sindicato Rural de Lavras do Sul.

Na Internet, alguns sites informam a previsão do tempo, a temperatura, as condições meteorológicas, a precipitação, os índices de radiação ultravioleta e os prognósticos para até dez dias, entre outros dados. Abaixo, a lista dos principais:

INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais)
Tempo Agora
Jornal do Tempo
Climatempo
Weather Channel

Extremos de temperatura em 2012

Lavras do Sul apresentou, segundo medições da Rádio Pepita FM, temperaturas bastante extremas nos meses de fevereiro e junho.

Em 19 de fevereiro, a temperatura registrada alcançou os 43°C. Uma das menores temperaturas registradas na história recente do Município ocorreu entre os dias 8 e 9 de junho, com média extrema de -8°C.
Embora não haja medições oficiais por parte dos órgãos oficiais nacionais de meteorologia, o Município de Lavras do Sul apresentou estas temperaturas graças às medições dos termômetros locais, índices que não podem jamais ser menosprezados, ao contrário. Faz-se necessária a implantação de uma estação oficial de meteorologia, a fim de que os dados climatológicos lavrenses sejam amplamente divulgados e analisados de forma mais detalhada.

Amplitude térmica

Analisando os índices de temperatura com Porto Alegre, por exemplo, podemos observar que Lavras do Sul apresenta índices térmicos médios de 4°C a 5°C menores que o da Capital Gaúcha. Isto se deve ao fato da ação dos ventos, frentes frias e à concentração de calor resultante da intensa urbanização.
Alguns pontos de Lavras do Sul ainda podem, no inverno, apresentar temperaturas semelhantes às encontradas nos pontos mais altos do Planalto Meridional . Embora haja uma considerável diferença de altitude média entre as duas regiões , é interessante salientar que a semelhança do frio lavrense com o frio serrano ocorre pela proximidade com as regiões temperadas da Argentina e Uruguai e, conforme citado na nota de rodapé 23, pela ação direta e imediata das frentes frias, o que faz com que sejam percebidos em território lavrense índices de temperatura e sensação térmicas idênticos a de regiões como a dos Aparados da Serra e dos municípios de Bom Jesus, Cambará do Sul e São José dos Ausentes, considerados oficialmente como os municípios mais frios do Rio Grande do Sul

Vegetação

Segundo o geógrafo Jurandyr Ross, em sua obra Natureza e Sociedade nos Espaços Agroambientais do Brasil (2006), os campos do Sul do Brasil desenvolvem-se sobre rochas metamórficas e ígneas, em regiões de baixa declividade. A região de Lavras apresenta diversas coxilhas (o mais importante elemento morfológico da Campanha), além de vegetação densa e associada às Serras de Sudeste ou, até mesmo, a resíduos da vegetação característica dos planaltos da Bacia do Paraná. No leste lavrense, a vegetação é mais densa, com os chamados campos sujos (ou paisagem de campos mistos). Os campos limpos, compostos por gramíneas, gramíneas lenhosas e grandes extensões de vegetação plana, alternadas com capões de mato (pequenos aglomerados de mata e altas árvores) predominam na porção ocidental, embora podemos encontrar estas morfologias na porção central.

Zonas Ambientais do Município de Lavras do Sul

O território lavrense é composto por três zonas ambientais: a) centro-oeste do Município: caracterizada por campos limpos (tapetes herbáceos baixos e densos com a presença de matas-galerias remanescentes (originais); b) centro, nordeste, sudeste: campos subarbustivos, cobertura de gramíneas e ciprestes, com ou sem áreas agrícolas intercaladas; c) campos mistos do leste: compostos por tapetes herbáceos e subarbustivos com ocorrências de matas-galerias originais.

Resumindo:
• Extremo oeste do Município: campos limpos
• Centro e norte do Município: campos subarbustivos
• Zonas do centro, norte e sul do Município: campos mistos

Praia do Paredão

A principal área verde do Município é o Camping Municipal Zeferino Teixeira (mais conhecido por Praia do Paredão).

Uma das mais belas atrações do Município, o Balneário da Praia do Paredão (Camping Municipal Zeferino Teixeira) conta com uma estrutura básica para camping, dois bares, canchas de areia para esportes, estacionamento, banheiros, playground e palco para shows (inaugurado em 2011), entre outros serviços. As águas dividem, por cerca de 100 metros, a faixa de areia de um cerro de média elevação, que forma uma espécie de parede, daí o nome do balneário. Símbolo natural da cidade, atrai muitos turistas de diversas regiões do Rio Grande do Sul e do Brasil, especialmente nos meses de verão. Possui muito verde, areia grossa e fofa, uma ilha de areia e um camping municipal com infraestrutura para o lazer. Há também a taipa, junto à represa do balneário, onde muitas crianças e adolescentes criam coragem e tomam banho, desafiando a profundidade do local.

Constitui-se de uma barragem construída em função da Companhia Belga de Mineração, que montou uma usina de tratamento de minério, aproveitando a queda d'água para a força necessária à movimentação das máquinas, isto no início do século XX. Localiza-se no Bairro Madezati, com acesso principal pela Rua Cel. Meza, sentido centro-bairro, Rua Santo Antonio até a passarela e continuação pela Rua Glênio Peres, até o portão principal do Camping Municipal.

O projeto “Praia do Paredão” foi iniciado em 1977, pelo então Prefeito Municipal, Ítalo Bayard La-Rocca Teixeira.

Fauna e Flora

Aprendemos durante o ensino básico que flora é o conjunto de plantas típicas de uma determinada região. E que fauna é conjunto dos animais que fazem de uma região o seu habitat típico e natural.

A fauna de Lavras do Sul é bem diversificada, típica da região da Campanha Gaúcha. Além de uma grande quantidade de cães e gatos, podemos encontrar, dentro na zona urbana, animais como lebres, caturritas, sabiás, urubus, pica-paus, quero-queros, beija-flores, flamingos, rãs, sapos, escorpiões, cobras, aranhas, lagartos, corujas, bois, vacas, cavalos e diversas espécies de insetos (que podem ser vistos no verão, nas paredes das casas, com as luzes ligadas). Na zona rural, além desses animais anteriormente citados, podemos avistar exemplares de ovelha, cabra, touro, coelho, codorna, galinha, rã, cabra, maçanico (espécie de ave), papagaio, mulita (tatu), tartaruga, ema, veado, zorro (raposa), zorrilho (gambá), corvo, preá e peixes (carpas, tilápias), entre outros animais. Assim como em outros municípios das Serras do Sudeste, são encontradas espécies animais ameaçadas de extinção, tais como o papagaio-charão, o gato-mourisco, o bugio e o tamanduá-mirim.


Toponímias e Acidentes Geográficos
* Rios e arroios: Santa Maria; Ivaró; Santo Antônio; Espinilho; Mantiqueira; Ibaré; Cambi; Imbicuí; Jaguary [1]; Maricá; Salsal; Salso; Mata-Olho; do Tabuleiro; Taquarembó; Taquarembozinho; Três Passos; das Canas; Camaquã-Chico (2); Maricá (3); América; dos Macedos; do Jacques; do Hilário; da Nazária; Pelado; de São Domingos; dos Tigres; Grande [4]; Camaquã das Lavras.
* Banhados: dos Correa; do Salso.
* Cerros (morros): Formoso; do Padre; do Tigre; do Posto; Partido; Branco; Pelado; do Diabo; da Mantiqueira; Rico; do Rodeio; do Sacristão; da Telha
* Formações Rochosas: Toca do Eusébio; Toca do Corvo; Rincão do Inferno (6); Quinca Silva.
* Serras: do Acampamento; do Jaguari; do Ibaré; do Tabuleiro; do Batovi; Acampamento Velho (ou Baberaquá).
* Passos (5): da Areia; da Cria; da Nicota; da Tuna; da Várzea; das Pedras; de Dona Flora; do Barracão; do Boa Ventura; do Camaquã; do Hilário; do Guterres; do Jaguari; do Jaguarizinho; do Lagoão; do Laurentino; do Marmeleiro; do Salso; do Tira-Ceroulas; do Trindade; Ignácio Bibiano; dos Carros; dos Enforcados; dos Moirões; Palha.
* Coxilhas: Seca; do Jacques; do Tabuleiro; de São Sebastião; do Maricá; do Astrogildo; do João Caminha; da Talavera; do Fogo; do Barro Vermelho.
* Lagoas: Formosa; Grande; da Nação; dos Tordilhos; das Três Águas; das Pedras; da Capivara; da Crina; da Meia Lua; da Velha Brita; da Pilheta; Negra; do Jaguari; do Lageado.
* Praias fluviais: do Paredão; do Salsinho (6); da Itaóca (6).
* Ilha: Banco de areia (Praia do Paredão).
* Rincões, fazendas e estâncias (7): Bonito; do Jaguary; da Cria; da Cruzinha; dos Barcelos; Encerrados; dos Índios; dos Mota; dos Rocha; dos Saraiva; dos Soares; Continente; do Cabo Ulisses; do Sobrado; Serro Formoso; Estância Velha; Quero-Quero; São Marcos; São Domingos; das Casuarinas; dos Vieiras; Morada da Sexta Felicidade.
* Sangas: da Caneleira; da Cardoza; da Matilde; do Cemitério; do Engenho (8); do Mata-Fome.
* Zonas e localidades: São Vicente; São Domingos; Petrarcas; Pontas de Camaquã; Pontas de Lageado; Quatro Estradas; Parada do Saibro; Parada João Cândido; Marmeleiro; Boa Vista; Cerrito; Ibaré (9); João Câncio; Três Vendas; Tabuleiro; Caleira; Campos dos Maya; Cancha do Barro Vermelho; Cardosa; Forquilha de Pedra; Invernada dos Sete Pedaços; Curva do Umbu; Estrada do Espinilho; Ladislau Netto (10); Marco Branco; João Câncio; Marco de Ferro; Meia-Lua; Timbaúva; Três Estradas; Tunas; Valos; Várzea Grande; Victor Budó; Vila dos Corvos; Vista Alegre; Volta Grande; Serrito de Ouro; Subida do Acampamento; Três Passos (11); Fundo (12).

Notas e Referências
(1) Atualmente é denominado Pirajacá. Em alguns documentos antigos vamos encontrá-lo com denominação de JAGUARIMIRIM, devendo ser esta a mais condizente. (TEIXEIRA, 1992, vol. 2, p. 72).
(2) Também conhecido como Camaquãzinho (...) (idem).
(3) Este e os arroios seguintes também podem ser denominados pelo prefixo Camaquã.
(4) Denominação vulgar do arroio Camaquã-Chico.
(5) Lugares de altitudes mais baixas do que as dos terrenos que o circundam, por onde se pode atravessar um rio, arroio, valo, cerca etc. (Adaptado de: UOL Busca, acesso em 16/10/2008).
(6) Propriedades particulares.
(7) A maioria das toponímias citadas nesta lista são propriedades particulares. Esta relação de locais tem caráter exclusivamente demonstrativo, face às inúmeras fazendas e propriedades existentes em todo o território de Lavras do Sul.
(8) Também denominada João Moreira.
(9) Também denominado Segundo Distrito.
(10) Segundo o autor Otávio F. Correa, em sua obra Dicionário Geográfico do Rio Grande do Sul, é um local com minas de ouro (adaptado de TEIXEIRA, 1992, vol. 2, p.79).
(11) Nascentes do arroio Camaquãzinho em campos da antiga estância do Brigadeiro Camilo Mércio Pereira. (TEIXEIRA, 1992). Formam uma tríplice divisa: Lavras, Bagé e Dom Pedrito.
(12) Região extrema do Município, divisa com Dom Pedrito. Anteriormente sem comunicação com aquela cidade, constituía-se num fundo esquecido e sem trânsito nas estradas (TEIXEIRA, 1992). É conhecida também como Tatsch (família estabelecida na região, que realiza uma grande produção de arroz).






















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