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//// Visitar Lavras do Sul é se surpreender com um jeito peculiar e simples de levar a vida. Muitas vezes se diz que Lavras do Sul é uma grande família, por conta de sua hospitalidade entre os habitantes e para com os visitantes. Mesmo com seu tamanho de pequeno porte, possui atrações e eventos que atraem pessoas de diversos lugares e de todos os estilos, em todas as épocas do ano. Conhecendo Lavras do Sul, tu irás te surpreender. ///// Localizado na mesorregião do Sudoeste Rio-grandense e na microrregião da Campanha Meridional, a 320 quilômetros via rodoviária da Capital do Estado do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, o município de Lavras do Sul foi fundado em 9 de maio de 1882, emancipando-se de Caçapava do Sul. É o único município gaúcho com origem na mineração e na extração do ouro, mineral outrora abundante na região. Segundo dados do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, a população era de 7.679 habitantes. Seu território se estende por 2.600 km² e, as Coordenadas Geográficas da zona urbana são 30° 48' 41” S, 53° 54' 02” O. Divide-se em dois distritos: Sede (a leste) e Ibaré (a oeste).

domingo, 21 de abril de 2013

histórias:

Boitatá:


Boitatá
A cobra de iluminada
O Boitatá é um personagem folclórico, de origem indígena, cujo nome significa Cobra de Fogo.
Essa lenda foi trazida para o Brasil pelos portugueses, na época da colonização, sendo contada pelos padres jesuítas.
A lenda diz que num certo tempo as matas ficaram na escuridão, sem a luz do sol. Fortes tempestades caíram, causando enchentes nas matas e florestas, o que provocou a morte de muitos animais.
Dos poucos animais que restaram, uma cobra, sem ter do que se alimentar, passou a comer os olhos dos animais mortos, que brilhavam no escuro. Com isso, a luz desses olhos foi se acumulando dentro do corpo da cobra, deixando-a totalmente transparente e iluminada.
A cobra iluminada
Porém, alimentar-se de olhos animais deixou a cobra enfraquecida e a mesma morreu, perdendo sua luz interna. Dizem que a luz interna que saiu da cobra se transformou novamente em sol, trazendo a luz de volta para o mundo.
Essa cobra passou a ser chamada de Boitatá, e de sua boca sai uma chama de fogo, que ela usa para queimar caçadores e destruidores das matas e florestas.
O Boitatá se transforma em um tronco, para enganar os lenhadores, e quando os mesmos se aproximam para cortar o tronco, ele vira uma grande chama de fogo, queimando-os.



Caipora:

Caipora
Defensor dos Animais
Caipora é um personagem do folclore, representado tanto por uma mulher, índia como por um homem matuto, baixo, que aparece montado em um caititu ou porco-do-mato. Antes era conhecido como Caiçara, entidade que protegia as caças.
As características principais do Caipora são: ser anão, ter cabelos vermelhos, orelhas pontudas e dentes esverdeados.
Conta a lenda que o(a) Caipora é protetor dos animais de pele, couro ou chifre, como porcos, tamanduás, cobras, tatus, veados, etc.
Em sua missão, assusta os caçadores que matam esses animais de forma cruel e predatória. Muitas fêmeas são mortas quando estão prenhas e esses homens, insensíveis, não têm a mínima compaixão por esses animais.

Combate os maus tratos contra animais
Caipora é muito danada, prega peças nos homens que chegam às matas, mal intencionados, querendo matar animais. Vendo isso, Caipora solta uivos e gritos, assombrando-os.
Outra forma de defender os bichos é espantando-os para longe dos caçadores ou ressuscitando os que foram mortos.
Caipora fica furiosa e lança seu barulho, persegue os caçadores, bate em seus cachorros, até que os mesmos fujam da floresta, deixando a arma jogada ao chão.
Porém o(a) Caipora não é totalmente correto, pois gosta de fumo e bebida. Com isso, alguns caçadores levam esses presentinhos para ele(a) em troca de uma boa caçada. Mas a caça deve acontecer sem maltratar o animal, nem matar uma fêmea que espera um filhote.


Curupira:

Curupira
Boneco de Estevão Ribeiro
O Curupira é um personagem do folclore brasileiro, que não existe, pois é uma história inventada pelo povo.
Dizem que o Curupira é um anão, com os pés virados para trás, cabelos de fogo e olhos arregalados, que mora na floresta e faz travessuras.
Esse anão fica bravo quando homens e caçadores aparecem em nossas matas para eliminar os animais e vender suas peles, destruir a vegetação, derrubar árvores, fazer queimadas, etc.
O Curupira não consegue ficar vendo tamanha destruição sem fazer nada. Com isso, apronta travessuras, pregando peças nesses homens. Ele solta assovios altos e finos, como uivos dos lobos; faz barulho chacoalhando galhos das plantas e atira pedras.

Pegadas no sentido contrário ao que anda
Contam as lendas que a maior travessura do Curupira é fazer com que os destruidores da natureza se percam nas florestas, não conseguindo mais sair.
Isso acontece porque o Curupira tem os pés voltados para trás e os caçadores seguem seu rastro indo para o lado contrário.
Por seus bem feitos à fauna e flora do Brasil, o anão é considerado o protetor das florestas.


Iara:

Iara
Mãe D\'agua
A Iara é uma personagem do folclore brasileiro. É uma sereia, pois da cintura para baixo ela é um peixe, e da cintura para cima tem o corpo de mulher.
É uma personagem que vive no fundo do rio Amazonas, e seu nome é de origem indígena, significando “aquela que vive na água”.
Conta a lenda que Iara é considerada a mãe d’água, e que a mesma encanta os pescadores por sua beleza. É morena, índia, com cabelos castanhos e longos, cobrindo seus seios, que ficam à mostra.

Linda sereia que atrai os pescadores
Como toda lenda, a história da Iara também tem seu lado fantasioso, inventado pelos homens.
Nas noites de lua cheia ela torna-se conquistadora, atraindo os pescadores, exibindo-se para eles, desvendando seu corpo de sereia. Também usa do seu canto para deixá-los meio hipnotizados. Dessa forma, faz com que eles a acompanhem até o fundo do rio.
Dizem que a Iara atrai os homens para se casar com eles, mas os mesmos morrem nas profundezas do rio.
Os índios acreditam tanto nessa lenda que ao entardecer evitam ficar próximos às margens dos rios.


Mula sem Cabeça:

Mula sem Cabeça
a Mula destrói tudo que vê pela frente
Essa lenda conta a história de mulheres que fizeram maldades e foram transformadas em uma mula, que no lugar da cabeça tem uma chama de fogo.
Dizem que a lenda se originou com os povos da Península Ibérica, e veio para a América através dos portugueses, nossos colonizadores, e pelos espanhóis.
Aqui, nas regiões nordeste e sudeste, a lenda é preservada até os dias de hoje.
Sabemos que as lendas são histórias inventadas pelo homem, e por isso elas apresentam elementos que não são verdadeiros.
A Mula sem Cabeça é uma mulher que mora nas proximidades de uma igreja, que se apaixona pelo padre, sendo castigada com um corpo de mula e cabeça de fogo.
Mula sem Cabeça corre desenfreada pelas florestas
Conta a lenda que a transformação acontece entre quinta e sexta-feira, pela madrugada, onde a Mula sai desesperada, correndo pelos campos. Quando se cansa volta a ser mulher, mas aparece cheia de arranhões e machucados.
Essa lenda folclórica também existe na Argentina, tendo o nome de Mula Anima, e no México, como Malora.
Da mesma forma, lá a história conta que a Mula sem Cabeça destrói tudo que vê pela frente, pisoteando até pessoas com suas patas, em ferraduras de aço ou prata. Durante a sua fuga, relincha muito alto, misturando os gritos de mulher com o rincho de uma mula brava.


Negrinho do Pastoreio:

Negrinho do Pastoreio
Negrinho com medo do feitor
A lenda do Negrinho do Pastoreio faz parte do folclore do nosso país e é muito contada na região sul. É de origem africana, pois veio para o país na época da escravidão. Na verdade, a história se passa nessa época, sendo ligada também à religião católica.
Conta a lenda que um senhor de engenho mandou o filho de um escravo pastorear alguns animais novos, que haviam sido comprados. O menino foi de boa vontade, conseguindo reunir os animais, sozinho, e levá-los para o curral da fazenda, embora fosse mirrado, pequenino e magrinho.
Porém, o feitor, que era muito malvado, percebeu que estava faltando um cavalo e açoitou o menino até sangrar.
No outro dia mandou que o negrinho fosse buscar o animal que havia deixado para trás. O menino assim o fez, mas o cavalo era muito forte e arrebentou a corda, sumindo novamente.
O menino pastoreava animais
O moleque, sem saber o que fazer, voltou para a senzala, levando novas chibatadas. Como se isso não bastasse, o feitor o amarrou sobre um formigueiro.
Ao amanhecer, o negrinho estava curado das marcas das chibatadas e não havia levado nenhuma picada das formigas. Uma imagem de Nossa Senhora estava ao seu lado, consolando-o, e o animal fugitivo também havia voltado.
O feitor se arrependeu, pediu perdão e o Negrinho do Pastoreio foi embora, montado no cavalo fujão.
Curiosidade: Dizem que ao perdermos um objeto devemos fazer uma oração ao Negrinho do Pastoreio, pois ele traz o objeto de volta.


O Boto:

O Boto
Lenda folclórica
Os personagens folclóricos não existem, pois são histórias inventadas pelo povo.
O Boto Rosa é um personagem do folclore do Brasil, que vive nas regiões do Amazonas, sendo um peixe que costuma virar as canoas que viajam à noite, para capturar as moças.
Outra forma utilizada pelo peixe é que nas noites de lua cheia ele sai das águas do rio Amazonas, transformando-se em um lindo rapaz. Com sua beleza, fala sedutora, educação e meiguice engana as moças, jogando seus encantamentos, conseguindo levá-las para o fundo do rio.

O peixe namorador
O Boto Rosa é considerado muito fértil, e leva as moças para engravidá-las. Quando uma pessoa não sabe quem é seu pai, diz que é filho do Boto.
Em noites de festas populares da região do Amazonas, as mães são alertadas para que cuidem de suas filhas, fazendo com que não acreditem nos rapazes que se aproximam querendo namorar, pois pode ser o Boto Rosa disfarçado de homem.
Conta a lenda que sempre que uma moça é tida como desaparecida, dizem que a mesma foi capturada pelo peixe.
Talvez por isso o Boto seja uma das espécies animais em extinção, pois sempre que são avistados, são mortos, para não roubarem mais as moças.


Renascimento Cultural europeu:

Renascimento Cultural europeu
Botticelli foi um dos grandes pintores do século XV, com destaque para a obra Nascimento de Vênus
Renascimento Cultural foi um movimento laico (não eclesial), racional e científico ocorrido na Europa entre os séculos XIV e XVI, que influenciou profundamente o mundo ocidental desde então. Mas em que consistia este movimento e por que foi tão importante?
A importância do Renascimento se deu principalmente pelo fato de ter sido apresentado como uma ruptura com o mundo medieval que estava agonizando na Europa, pautando suas características na cultura greco-romana da Antiguidade Clássica. Dessa forma, o Renascimento foi uma ruptura com a Idade Média, mas que dependeu do trabalho de muitos eruditos deste período para florescer, devido ao trabalho de preservação e reprodução das obras dos pensadores da Antiguidade.
Em contraste com a Idade Média, que produziu uma cultura profundamente religiosa, o Renascimento tinha como elemento central o Humanismo, que valorizava o ser humano, a criação privilegiada de Deus. Dessa forma, o Renascimento pregava oantropocentrismo, que consistia em entender o universo tendo o homem como seu centro, e não mais Deus, como pregado pelo teocentrismo medieval. Frente a esse entendimento do mundo, o homem deveria usar sua razão para conhecer a natureza e as demais coisas existentes. A razão seria ainda um dom de Deus, que aproximava o homem dele através da criatividade e da genialidade, assemelhando as capacidades de ambos, já que Deus criou o homem, o homem poderia criar uma infinidade de coisas.
O Renascimento se desenvolveu primeiramente em algumas cidades italianas, propagando-se posteriormente para o resto da Europa, esse movimento se desenvolveu em várias áreas do conhecimento. Na ciência, destacaram-se Nicolau Copérnico(1473-1543), Giordano Bruno (1548-1600) e Galileu Galilei (1564-1642) pelo desenvolvimento da teoria heliocêntrica, cuja ideia se baseava na centralidade do Sol no universo. Essa ideia era contrária a da igreja que acreditava desde a Antiguidade que a Terra era o centro do universo. Essa concepção ilustrou o renascimento científico, retirando a explicação do mundo e da natureza das mãos da igreja, buscando explicações através de experimentos e do uso da razão.
Na arquitetura, destacou-se Filippo Brunelleschi, que passou a utilizar o cálculo matemático como base de projetos de construção, retomando aspectos arquitetônicos greco-romanos. Na área da política e da organização do Estado, temos Nicolau Maquiavel (1469-1527), que escreveu O Príncipe, uma obra em que ele deu orientações de como um monarca deveria governar para manter um poder forte e centralizado. O termo maquiavélico surgiu do nome desse pensador, apesar de hoje se referir a um aspecto negativo.
Na Literatura, vários foram os escritores que se destacaram, como Dante Alighieri(1265-1321) com a obra A Divina ComédiaErasmo de Roterdã (1466-1536) com oElogio da LoucuraRabelais com Gargantua e PantagruelWilliam Shakespearecom muitas peças teatrais, dentre vários outros.
Mas a área da produção artística que mais enche os olhos dos observadores contemporâneos são as pinturas e as esculturas produzidas no período. Pode-se destacar Leonardo da Vinci, com uma grande variedade de atividades, sendo a principal obra a Monalisa. Tem-se ainda Sandro Botticelli, com a genial obra Nascimento de Vênus, em que mistura elementos pagãos e religiosos, nessa obra sua busca pela beleza alcançou o ponto máximo. Há ainda Michelangelo Buonarotti, que trabalhou como pintor e escultor, sobressaindo o teto que pintou na Capela Sistina, no Vaticano, e a escultura Pietá, em que Maria tem nos braços seu filho Jesus. Por fim, pode-se ainda falar de Piter Brueghel, que retratava temas do cotidiano da sociedade, incluindo festas populares e os homens do povo, como é possível ver na tela Dança dos Camponeses, de 1568.


Saci-Pererê:

Saci-Pererê
Menino que esconde objetos
Moleque travesso e brincalhão, o Saci-Pererê é um personagem do folclore brasileiro, talvez o mais popular de todos.
Suas principais características são: fumar um cachimbo, ter uma carapuça vermelha na cabeça e andar, pulando, na única perna que tem.
Conta a lenda do Saci-Pererê que ele vive escondido pelas florestas, para assustar os destruidores da natureza. Seu maior ofício é assombrar esses homens, para que nunca mais voltem ao lugar e parem de degradar o meio ambiente.
Para que não seja pego, se esconde dentro dos redemoinhos, fugindo dos homens maus.
Negrinho, moleque de uma perna só
Mas esse moleque, negrinho, não consegue ficar quieto, apronta muitas “artes”. Ao entrar em nossas casas, assusta as pessoas, esconde objetos e apronta a maior bagunça.
Quando procuramos alguma coisa e não encontramos, dizemos que foi arte do Saci-Pererê, que escondeu o objeto perdido.
A carapuça do Saci lhe dá poderes mágicos. Pode desaparecer de um lugar, faz desaparecer objetos, prende as pessoas, derruba água, faz uma chama de fogão se acender sozinha, etc. Quando alguém consegue tirá-la de sua cabeça, o negrinho fica sob o domínio dessa pessoa. Mas ele é muito esperto e rouba o gorro de volta.
Dentre as molecagens preferidas do Saci-Pererê estão: queimar a comida, fazer vento para sujar a roupa limpa no varal, assustar viajantes que passam pelas estradas com gritos e assovios, abrir a porteira e soltar o gado, dar nós nas crinas dos cavalos, etc.
O Saci-Pererê ficou mais popular depois de adaptado às obras de Monteiro Lobato, sendo personagem do Sítio do Picapau Amarelo, que virou programa de TV.


Vitória Régia:


Vitória Régia
Flor da Vitória Régia
Segundo a lenda indígena da Vitória Régia, tudo começou quando uma índia chamada Naiá descobriu que a lua transformava moças em estrelas.
A cultura indígena diz que a lua (guerreiro forte), ao se esconder por detrás das montanhas, levava para si as moças de sua preferência e as transformavam em estrelas.
Na esperança de virar uma estrela, a índia perseguia a lua, subindo e descendo as montanhas, nas proximidades de sua tribo, tupi-guarani. Mas a lua nada fazia com Naiá, nem a levava nem a transformava em estrela.
A índia que virou flor
Em uma noite de lua cheia, ao ver a imagem da lua refletida sobre as águas de um riacho, a índia se atirou sobre a imagem, acreditando que o guerreiro a estava chamando. Com isso, se afogou e nunca mais foi vista por ninguém.
Em homenagem à índia, os integrantes de sua tribo passaram a acreditar que as flores que nasciam na Vitória Régia significavam o renascer de Naiá. Por isso, a planta é também conhecida como “estrela das águas”, em homenagem à índia. E suas flores, que são brancas, só se abrem à noite para serem iluminadas pela luz da lua.


Verbos reflexivos:

Consideram-se como verbos reflexivos aqueles cuja ação volta para o próprio sujeito
Verbos impessoais, verbos pronominais, verbos de ligação, puxa! Quantas classificações já apreendemos até aqui, não é verdade? Pois bem, amiguinhos usuários, perceberam quão recheada de particularidades é a língua que falamos? Sim, a cada encontro que temos, parecem aparecer mais e mais, mas não se assuste, pois isso comprova o quanto o nosso conhecimento está caminhando para se tornar ainda mais avançado, concorda?
Ah! E não somente essa vantagem, ainda temos de concordar que tudo isso contribui para que nossas habilidades no momento da linguagem escrita estejam ainda mais reforçadas, sim? Então, depois de concordarmos com todas essas colocações, vamos adiante, conhecendo, a partir de agora, mais uma categoria dessa nossa amiguinha classe gramatical representada pelos verbos – os chamados verbos reflexivos.
Ao falarmos sobre eles, parece que uma vaga noção dá sinais de vida e logo faz com que entendamos que o termo “reflexivos” pode ter certa semelhança com o verbo refletir. Ora, como somos espertos, não é que acertamos em cheio? Essa é exatamente a ideia, pois quando se trata de um verbo reflexivo, essa classificação está querendo dizer para nós que a ação, praticada pelo sujeito, reflete nele mesmo, isto é, no próprio sujeito. Mas agora, para que tudo fique bem esclarecido, não há nada melhor que analisarmos um exemplo, quer ver?
Classificam-se como verbos reflexivos aqueles em que a ação reflete no próprio sujeito
Classificam-se como verbos reflexivos aqueles em que a ação reflete no próprio sujeito
A garota se feriu com o objeto pontiagudo.
Ora, é simples, vamos analisar: quem praticou a ação foi a garota, assim, você concorda que a ação voltou para ela mesma, ou seja, além de pegar, tocar o objeto, ainda ficou ferida? Não nos esquecendo de que, como podemos perceber, antes do verbo aparece um pronome pessoal oblíquo, notou? Dessa forma, devemos concordar que além desses aspectos, ou seja, aqueles que fazem com que o verbo se torne reflexivo, ele aparece acompanhado desse pronome. Então, lembre-se sempre desses detalhes, sim?
Relembrando, temos que “verbo reflexivo” é aquele que a ação volta para quem a praticou, ou seja, para o próprio sujeito.


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Conheça Lavras do Sul!

O município gaúcho de Lavras do Sul está localizado a 324 km a sudoeste de Porto Alegre, entre Caçapava do Sul e Bagé, através de acessos pelas rodovias BR-290, BR-392 e ERS-357. Possui 7 679 habitantes, distribuídos em uma área de 2 600 km² (IBGE, 2010). Emancipado de Caçapava em 9 de maio de 1882, foi o único município gaúcho com origem na mineração do ouro. Possui as denominações carinhosas de "Pepita do Rio Grande" e "Terra do Ouro". Na atualidade, a economia se baseia na pecuária (principalmente bovinos e ovinos), comércio, fruticultura, lãs, indústrias artesanais e turismo. Tem como atrações turísticas principais a Igreja Matriz de Santo Antônio, a Praça Licinio Cardoso e o Camping Municipal (ou Praia do Paredão). O Carnaval lavrense é um dos maiores do Rio Grande do Sul e do Interior Brasileiro. Além do Carnaval, são realizadas as mais diversas festas e eventos ao longo do ano. Tudo consequência da alegria, da tranquilidade, da hospitalidade e da receptividade do povo lavrense.
A Sede está situada na latitude de 30°48’41”S e longitude 53°54’02” O. São dois os Distritos: o primeiro, Sede, com 1.240 km² aproximadamente; e o segundo, o Ibaré, com 1.360 km² aproximadamente.
A altitude média é de 300 metros acima do nível do mar (oficialmente ela está em 277 metros), mas em vários pontos, chega a 400, 450 metros. Nas regiões do extremo oeste do município, alcança apenas 98 m nas curvas do Rio Santa Maria.
Faz divisa com sete municípios: Vila Nova do Sul e Santa Margarida do Sul (norte), São Gabriel (norte e noroeste), Dom Pedrito (oeste, sul e sudoeste), Bagé (sudeste), Caçapava do Sul (leste e nordeste) e São Sepé (nordeste e norte). Até os anos 1980, havia uma pequena divisa com Rosário do Sul, que foi extinta devido a anexações aos municípios de Dom Pedrito e São Gabriel. O perímetro aproximado de divisas de Lavras do Sul é de 380 km. A distância entre os extremos leste-oeste é de cerca de 120 km.
Lavras do Sul está situada a 2.431 km de Brasília, Capital do Brasil, e a 641 km de Montevidéu, Capital do Uruguai. Localiza-se na faixa de fronteira.

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