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//// Visitar Lavras do Sul é se surpreender com um jeito peculiar e simples de levar a vida. Muitas vezes se diz que Lavras do Sul é uma grande família, por conta de sua hospitalidade entre os habitantes e para com os visitantes. Mesmo com seu tamanho de pequeno porte, possui atrações e eventos que atraem pessoas de diversos lugares e de todos os estilos, em todas as épocas do ano. Conhecendo Lavras do Sul, tu irás te surpreender. ///// Localizado na mesorregião do Sudoeste Rio-grandense e na microrregião da Campanha Meridional, a 320 quilômetros via rodoviária da Capital do Estado do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, o município de Lavras do Sul foi fundado em 9 de maio de 1882, emancipando-se de Caçapava do Sul. É o único município gaúcho com origem na mineração e na extração do ouro, mineral outrora abundante na região. Segundo dados do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, a população era de 7.679 habitantes. Seu território se estende por 2.600 km² e, as Coordenadas Geográficas da zona urbana são 30° 48' 41” S, 53° 54' 02” O. Divide-se em dois distritos: Sede (a leste) e Ibaré (a oeste).

quinta-feira, 21 de março de 2013

ENCICLOPÉDIA: Características do continente Africano

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REGIONALIZAÇÃO DA ÁFRICA

O nome África provém de Afrigah ou Afrikgah, a região onde se situava a antiga cidade de Cartago (atual Tunísia). Essa região foi destruída pelos romanos, que depois fundam na mesma região a província denominada por eles de África. 

A “Partilha da África”, que ocorreu no final do século XIX, é o período em que, ao mesmo tempo em que as metrópoles investiam na construção de canais e ferrovias em suas colônias, recebiam em troca os produtos oriundos das plantations e das minas de ouro. Por causa desse fato, a África deixou de ser a chamada “periferia da periferia” para ser uma periferia propriamente dita.

Podemos classificar a África em cinco regiões distintas:

a) Região Norte: países que fazem parte do mundo árabe (Egito, Argélia, Líbia...);
b) Região Oeste: onde há uma área densamente povoada, diversidade de grupos étnicos e desenvolvimento das plantations (Mali, Nigéria, Costa do Marfim, Camarões...);
c) Região Central: predomínio da floresta equatorial, fato que afugentou o grande capital (República Democrática do Congo, Guiné Equatorial, Rep. Centro Africana...);
d) Região Austral: caracterizada pela destruição das hierarquias dos grupos bantus quando da vinda do imigrante europeu, dando origem ao apartheid (África do Sul), além de necessidade de mão-de-obra para a colonização, devido ás ocorrências de jazidas minerais (Angola, Zâmbia, Zimbábue...);
e) Região do Chifre da África: compreende a Etiópia e a Somália, associa-se aos interesses das grandes potências na Guerra Fria, mas acaba por depender de ajuda humanitária da ONU.

Os limites das nações africanas foram demarcados pelos europeus de acordo com sua atuação no período colonial, desconsiderando as identidades étnicas e territorialidades preexistentes à colonização. Isto causou alguns enclaves no território, como Cabinda (Angola), ou Gâmbia, uma pequena faixa de terra encravada em Senegal.

O processo de descolonização da áfrica ocorreu de duas formas: pacificamente (maioria das ex-colônias francesas) ou com movimentos considerados tardios, como em Angola, Moçambique e Guiné-Bissau.

INTEGRAÇÃO E EXCLUSÃO DA ÁFRICA NA NOVA ORDEM MUNDIAL

A África sofre uma grande exclusão no sistema mundial e no processo de globalização, com graves problemas de infra-estrutura e qualidade de vida. Esse fato é considerado, por Chesnais (1996), de “desconexão forçada”, ou seja, as áreas que outrora forneciam matérias-primas para exportação hoje estão fora do sistema de comércio internacional.

A falta de poder e a ausência da importância estratégica de países africanos (que ocorria na Guerra Fria) é outro fator de exclusão atual do continente. Esse desinteresse dos grandes centros mundiais tornou-se notório com os casos da Somália e de Ruanda.

A Somália apoiou a ex-URSS, em meados dos anos 1970, após guerras civis entre grupos étnicos de dentro do seu território. Mas a reunificação não vingou e nem a ajuda americana foi suficiente para reverter a situação do país, que se agravou, tornando-se um símbolo de uma África marginalizada pela fome e pela miséria.

Ruanda também apresentou um grave conflito étnico, nos anos 1990, entre os tutsis (de origem etíope) e os hutus (de aproximação com a origem bantu). Após a independência, os hutus tomaram o poder, expulsando do país os tutsis. Muitos desses tutsis foram para Uganda e, após o abrandamento da guerra, controla parte do poder em Uganda.

Esses conflitos se relacionam a uma Nova Desordem Internacional. Em vários países africanos, se não estão, nos tempos contemporâneos, mas acentuados, eles ainda existem. Isto causa uma exclusão ainda maior da áfrica em relação ao âmbito sócio-econômico mundial. 

Entretanto, existem territórios no continente que estão integrados aos centros mundial de poder de forma diferenciada, graças a seus recursos naturais importantes, como o Marrocos (fosfato), Nigéria e Argélia (petróleo), Costa do Marfim e Gana como exportadores de produtos agrícolas, e cidades como Dacar, Abdijan, Lagos, Johanesburgo e Nairóbi, que estão inseridas como nós dentro da rede mundial. A África do Sul pós-apartheid está com sua integração facilitada a globalização.

ÁFRICA: PERIFERIA ABANDONADA?

Segundo Zorgbibe (1996), através do contexto de uma nova ordem mundial, o futuro da África, segundo a uma Nova Ordem Mundial, está dividido em duas alternativas: uma descrença, uma continuidade da exclusão do continente; ou uma convicção da capacidade africana de reagir para um suposto desenvolvimento do continente, religando a África ao sistema internacional, agindo como uma locomotiva.

Podemos encontrar opiniões diferentes sobre o papel da África: existe uma suposta idéia de desenvolvimento da África, onde o Norte é associado ao “perigo muçulmano” e o sul, especialmente a África do Sul, seduz o Ocidente. 

Mas, em meio a todas as dificuldades enfrentadas, existe uma “luz no fim do túnel” para os africanos: segundo um artigo do empresário Michel Power, em 1995, já existe um grande interesse dos países asiáticos emergentes, mas com objetivos de proporcionar bons negócios para o continente. Esta saída, embora com muitas contradições, é uma alternativa para que muitos países africanos passem a se desenvolver melhor e converter sua economia para uma melhor inserção dentro do processo de globalização econômica. 

È muito difícil fazer previsões acerca do futuro da África. Seria muita precipitação de nossa parte fazermos prognósticos. No entanto, apesar de as soluções para os problemas do continente variam de região para região, em todos os sentidos, é possível concluir que as esperanças projetadas estão na mesma quantidade das desesperanças que se previam para os africanos nos tempos atuais. 

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O município gaúcho de Lavras do Sul está localizado a 324 km a sudoeste de Porto Alegre, entre Caçapava do Sul e Bagé, através de acessos pelas rodovias BR-290, BR-392 e ERS-357. Possui 7 679 habitantes, distribuídos em uma área de 2 600 km² (IBGE, 2010). Emancipado de Caçapava em 9 de maio de 1882, foi o único município gaúcho com origem na mineração do ouro. Possui as denominações carinhosas de "Pepita do Rio Grande" e "Terra do Ouro". Na atualidade, a economia se baseia na pecuária (principalmente bovinos e ovinos), comércio, fruticultura, lãs, indústrias artesanais e turismo. Tem como atrações turísticas principais a Igreja Matriz de Santo Antônio, a Praça Licinio Cardoso e o Camping Municipal (ou Praia do Paredão). O Carnaval lavrense é um dos maiores do Rio Grande do Sul e do Interior Brasileiro. Além do Carnaval, são realizadas as mais diversas festas e eventos ao longo do ano. Tudo consequência da alegria, da tranquilidade, da hospitalidade e da receptividade do povo lavrense.
A Sede está situada na latitude de 30°48’41”S e longitude 53°54’02” O. São dois os Distritos: o primeiro, Sede, com 1.240 km² aproximadamente; e o segundo, o Ibaré, com 1.360 km² aproximadamente.
A altitude média é de 300 metros acima do nível do mar (oficialmente ela está em 277 metros), mas em vários pontos, chega a 400, 450 metros. Nas regiões do extremo oeste do município, alcança apenas 98 m nas curvas do Rio Santa Maria.
Faz divisa com sete municípios: Vila Nova do Sul e Santa Margarida do Sul (norte), São Gabriel (norte e noroeste), Dom Pedrito (oeste, sul e sudoeste), Bagé (sudeste), Caçapava do Sul (leste e nordeste) e São Sepé (nordeste e norte). Até os anos 1980, havia uma pequena divisa com Rosário do Sul, que foi extinta devido a anexações aos municípios de Dom Pedrito e São Gabriel. O perímetro aproximado de divisas de Lavras do Sul é de 380 km. A distância entre os extremos leste-oeste é de cerca de 120 km.
Lavras do Sul está situada a 2.431 km de Brasília, Capital do Brasil, e a 641 km de Montevidéu, Capital do Uruguai. Localiza-se na faixa de fronteira.

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