Links informativos

//// Visitar Lavras do Sul é se surpreender com um jeito peculiar e simples de levar a vida. Muitas vezes se diz que Lavras do Sul é uma grande família, por conta de sua hospitalidade entre os habitantes e para com os visitantes. Mesmo com seu tamanho de pequeno porte, possui atrações e eventos que atraem pessoas de diversos lugares e de todos os estilos, em todas as épocas do ano. Conhecendo Lavras do Sul, tu irás te surpreender. ///// Localizado na mesorregião do Sudoeste Rio-grandense e na microrregião da Campanha Meridional, a 320 quilômetros via rodoviária da Capital do Estado do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, o município de Lavras do Sul foi fundado em 9 de maio de 1882, emancipando-se de Caçapava do Sul. É o único município gaúcho com origem na mineração e na extração do ouro, mineral outrora abundante na região. Segundo dados do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, a população era de 7.679 habitantes. Seu território se estende por 2.600 km² e, as Coordenadas Geográficas da zona urbana são 30° 48' 41” S, 53° 54' 02” O. Divide-se em dois distritos: Sede (a leste) e Ibaré (a oeste).

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O DIA DE HOJE: 24 de janeiro

Hoje é 24 de janeiro de 2012, terça-feira. É o 24° dia do ano, faltando 342 dias para 2013.

Fatos históricos ocorridos neste dia

1823 – Em Oeiras então Capital do Piauí,Manuel de Sousa Martins, futuro Visconde da Parnaíba, proclama a Independência e assume a presidência da Junta do Governo do Piauí.
1855 – Emancipação da cidade de Lajeado.
1984 – A Apple lança o computador Macintosh, que viria a revolucionar a história da computação.
1986 – Programa espacial dos Estados Unidos da América: a sonda espacial Voyager 2 passa a 80.000 Km do planeta Urano.
1991 – Guerra do Golfo: as forças aliadas estabelecem supremacia aérea, bombardeando as forças iraquianas que não podiam abrigar-se nos desertos do sul do Iraque.
2000 – O brasileiro Rivaldo é eleito o melhor jogador do mundo pela FIFA.
2004 – O Orkut foi lançado.
2005 – Show da cantora estadunidense Hilary Duff, no Rio de Janeiro.
2010 - O goleiro colombiano René Higuita se aposenta aos 43 anos.

Datas comemorativas

Dia da Previdência Social e dia dos Aposentados
Dia da Constituição
Dia da Instituição do Casamento civil no Brasil
Dia de São Francisco de Sales. – Evento da Igreja católica.

Fonte das informações: Wikipédia.

CIDADES DO RIO GRANDE DO SUL: Bento Gonçalves






segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

VÍDEOS: Episódio inédito do Chaves "O Terno do Tio Jacinto"

CIDADES DO RIO GRANDE DO SUL: Uruguaiana






Fotos de 2006

SÍMBOLOS: Hino Rio Grandense

O hino estadual mais famoso do país, em versão gauchesca e com a letra, pra ti cantares e teres ainda mais orgulho da tua terra, tchê!

IMAGENS DO RIO GRANDE: Cascata do Garapiá, em Maquiné, no Litoral Norte

Um dos mais belos lugares para o ecoturismo do Litoral Norte é a região da Cascata do Garapiá. A bela cascata, localizada no interior do município litorâneo de Maquiné, a cerca de 150 km de Porto Alegre (470 km de Lavras do Sul), é um lugar que possui estrutura para camping, trilhas e muita natureza, junto à encosta do Planalto Meridional.

A cascata foi tema de reportagem exibida ontem (domingo, 22/01) pelo Teledomingo, da RBS TV.

Maiores informações sobre Maquiné, em: http://www.maquine.rs.gov.br/



ATUALIDADES: Fórum Social Temático, evento de nível internacional, será realizado nesta semana, na Região Metropolitana

De 24 a 29 de janeiro, nas cidades de Porto Alegre, Canoas, São Leopoldo e Novo Hamburgo, se realizará o Fórum Social Temático 2012, que discutirá temas sobre as desigualdades sociais e as questões realcionadas à temática socioeconômica global. Diversos locais abrigarão o evento, que reunirá visitantes do mundo inteiro no Rio Grande do Sul.

Confira o site do evento: http://www.fstematico2012.org.br/

PAMPA GAÚCHO: Pedra do Segredo, em Caçapava do Sul

IMAGENS DO RIO GRANDE: Vista de Porto Alegre

domingo, 22 de janeiro de 2012

[OFF] - Torres

Nesta semana, o Panorama Lavrense estará em mais uma viagem, desta vez na mais sofisticada praia do Litoral Norte gaúcho, Torres, na divisa com Santa Catarina. Confiram fotos e dados em nossos canais de comunicação em mais esta iniciativa, que integra a todos, lavrenses e internautas, sobre o conhecimento dos dados do nosso Rio Grande do Sul.

Confira abaixo, com fonte do site da Prefeitura Municipal de Torres, a história do município em questão:

O Município de Torres possui este nome devido à existência de três grandes rochedos de origem vulcânica, formados por rochas basálticas, do período Jurássico/Cretácio (Era dos Dinossauros), com aproximadamente 140 milhões de anos, que afloram à beira-mar, um aspecto único do Litoral Brasileiro.
São as seguintes as torres: Torre do Norte (Morro do Farol); Torre do Centro (Morro das Furnas) e Torre do Sul (onde está a Praia da Guarita).

Torres é um dos núcleos mais antigos do Estado. Era utilizado pelos índios carijós de Santa Catarina e Arachanes, do Rio Grande do Sul, que em seu comércio de trocas usavam uma picada, costeando os banhados dos sopés internos das Torres, começando na Praia Grande e indo até a de Itapeva.

Os índios Carijós, de Santa Catarina, e Arachanes do Rio Grande do Sul, que viviam da caça e da pesca e se dedicavam a uma agricultura rudimentar. Em seu comércio de trocas usavam uma picada, costeando os banhados dos sopés internos, começando na Praia Grande e indo até a Itapeva. Em 1500, estas trilhas, abertas em meio a matagais começaram a ser usadas também por paulistas, compradores de índios, que os levavam a São Paulo como escravos. Entre os anos de 1600 a 1640, estima-se que viviam, no Sul do Brasil, cerca de quinhentos mil índios, que aos poucos foram desaparecendo por causa da escravidão, lutas tribais e doenças introduzidas pelo contato com o branco. Estes caminhos transformaram-se no principal elo de ligação entre o resto do Brasil e os núcleos avançados do povoamento português, na Colônia do Sacramento (1679) e no Presídio de Rio Grande (1737).

Assim, Torres assumiu a importante função de controlar a estratégica passagem, na qual foi instalado um posto fiscal que logo se transformou em Guarita Militar da Itapeva e Torres (entre 1774 e 1776). Colonos e açorianos, vindos do Desterro (atual Florianópolis) e de Laguna, começaram a instalar-se na região.
Os alemães chegaram em 1826 e foram separados, pelo comandante da fortaleza, conforme a religião que professavam: os protestantes formaram a colônia de Três Forquilhas. Os católicos, por sua vez, foram inicialmente para a estrada de Mampituba, depois junto ao Rio Verde e, finalmente, entre as lagoas do Forno e Jacaré, construindo a colônia de São Pedro de Alcântara. Por volta de 1890, famílias de origem italiana, vindas de Caxias do Sul, fixaram moradia no distrito de Morro Azul.

Dentre as personalidades que deram forte impulso ao desenvolvimento de Torres, destaca-se quem lançou a "indústria turística", que dominou o cenário econômico local, da primeira até a segunda grande guerra: José Antônio Picoral. Filho da colônia São Pedro de Alcântara, tornou-se próspero comerciante em Porto Alegre/RS, mantendo, porém, vínculo com a terra de origem. Depois de um frustrante veraneio em Tramandaí, Picoral decidiu transformar Torres, em uma moderna Estação Balneária e, em 1915, após entendimentos com João Pacheco de Freitas, Luiz André Maggi, Carlos Voges e outros torrenses, instalou seu Balneário Picoral, marco histórico da introdução do turismo em Torres/RS.

Em 1836, devido a Revolução Farroupilha, iniciada em 1835, Torres sentiu as dificuldades da guerra civil, que a deixou no mais completo abandono, prejudicando e recuando o desenvolvimento. No ano seguinte, através da Lei de 20 de dezembro de 1837, seria criada a Freguesia de São Domingos das Torres, 28ª da Província. O desenvolvimento da Freguesia deu-lhe o privilégio de ser elevada a categoria de Vila e Município, o que ocorreu em 21 de maio de 1878 pela Lei Provincial n.º 1152, dando-se a sua instalação a 22 de fevereiro de 1879.

A rua Júlio de Castilhos foi a primeira de Torres e suas origens datam de antes da descoberta do Brasil. No começo foi trilha dos índios, talhada nos matos que se estendiam no sopé do morro, ao longo do banhado que rodeava a Lagoa do Violão. Aos indígenas tornou-se essencial a abertura dessa picada, para possibilitar a comunicação entre as praias que vinham no norte (o litoral dos Carijós) e as praias que levavam ao sul (a região dos Arachanes). A linha hoje ocupada pela rua Júlio de Castilhos representava o traçado mais lógico para unir o Norte ao Sul.

Torres tem ainda, um pouco da história "viva". Assim poderiam ser consideradas as casas antigas da rua Júlio de Castilhos, umas dezenas escassas, representativas da vida inicial da localidade. Formam um conjunto arquitetônico dos mais típicos, em estilo colonial açoriano, que até por motivos estéticos e turísticos, deveria ser preservado. Trata-se de um casario todo construído no século passado, de pedras extraídas do Morro do Farol, rejuntadas com barro e cal de sambaquis e madeiramento de lei, extraído das matas que então existiam na Praia da Cal e ao redor da Lagoa do Violão.

Este estabelecimento militar erguido em março de 1777, ocupou a plataforma baixa do Morro do Farol, aproximadamente onde agora está a Escola Cenecista Prof. Durban Ferraz Ferreira ou ligeiramente atrás. Esteve guarnecido poucos meses por tropas do Regimento de Santos e foi desocupado ao saber-se do armistício que garantia a retirada dos Castelhanos que haviam invadido a Ilha de Santa Catarina, no começo daquele ano. O Forte São Diogo desmanchou-se com o tempo não deixando sinais. A maioria dos torrenses e veranistas nem imaginam que ali existiu um Forte, antes de nascer a cidade. 

CARNALAVRAS 2012: Foto com a Rainha Adulta do CarnaLavras 2012, Carolina Amaral


O autor do Blog Panorama Lavrense, Murilo Góes, em foto com a Rainha Adulta do CarnaLavras 2012, Carolina Amaral.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

TURISMO: Cabanas do Paredão


A Praia do Paredão, lugar desejado por banhistas de toda a região, além de contar com pracinha para as crianças, quadras de vôlei de praia e futebol de areia, churrasqueiras e ainda áreas de lazer, também conta com as cabanas oferecidas para uma melhor acomodação durante a estada. Há 3 tipos de cabanas: simples, simples com kit cozinha e completa. Todas as cabanas têm lugar para o carro.
Simples- um sofá cama e banheiro com chuveiro quente ( Cabanas: 2, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11 e 12) R$ 45,00
Simples com kit cozinha- um sofá cama, banheiro com chuveiro quente, frigobar, pia e fogão (Cabana: 3) 
R$ 50,00
Completa- Dois quartos: um sofá cama, uma beliche, uma cama de solteiro, banheiro com chuveiro quente, pia, fogão e frigobar. (Cabana: 1) R$ 60,00

Fonte das informações: Blog do Turismo.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

TRADICIONALISMO: Adesivos de Lavras do Sul em porta de geladeira do Telúrica Bar (2011)

PAMPA GAÚCHO: Dados geográficos básicos da região

Relevo e altitudes. Apresentando altitudes que variam entre 90 e 450 metros, a Campanha Meridional apresenta paisagens que variam entre as colinas suaves, campos planos e limpos e pequenas serras. As sedes municipais de Aceguá, Bagé, Caçapava do Sul e Lavras do Sul estão acima de 200 metros do nível do mar.

Clima. Os verões e invernos são bastante rigorosos. As chuvas são regularmente distribuídas no setor norte da região. Em Bagé e arredores, porém, há maior ocorrência de períodos de estiagem, ocasionando constantes racionamentos de água.
 
Vegetação. Varia entre campos com pequenas porções de mata a campos planos compostos de gramíneas e lavouras de arroz, em trechos de Dom Pedrito, Cachoeira do Sul, Caçapava do Sul, Livramento, Rosário do Sul e Bagé.
 
Morro em Caçapava do Sul
Hidrografia. Os principais rios são o Santa Maria, o Camaquã e a nascente do Rio Negro, em Bagé, cujo curso corta o território uruguaio.
 
Superfície. Dom Pedrito é o município mais extenso da Campanha Meridional, com cerca de 5.193 km². Depois, em ordem decrescente de área, estão Bagé, Lavras do Sul, Aceguá e Hulha Negra.
 

População. Espanhóis, portugueses, uruguaios, argentinos, negros e europeus de diversas nacionalidades são as principais etnias formadoras da população da Campanha Meridional. É uma região típicamente agropecuária, com origem na criação extensiva do gado e influenciada pela proximidade com os países platinos. Bagé é o município mais populoso, com 115.745 habitantes.

Economia. As principais atividades econômicas da Microrregião são a pecuária (gado de corte), a produção de couro, a produção de cereais e arroz, a fruticultura e o turismo rural.

AVISO DE FERIADO MUNICIPAL: Feriado em Bagé

Comunicado aos lavrenses que utilizam os serviços de Bagé: na próxima sexta-feira, 20/01, será feriado no município (Dia de São Sebastião, Padroeiro).

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

PAMPA GAÚCHO: Fóssil estimado em 260 milhões de anos, encontrado em São Gabriel, é exposto na UFRGS, em Porto Alegre



Crânio de animal que viveu há mais de 260 milhões de anos no RS vai ser apresentado em museu Voltaire Neto/divulgação 


Após quase quatro anos de trabalhos de limpeza e restauração, o crânio de um antepassado dos mamíferos será apresentado no Museu de Paleontologia do Instituto de Geociências da UFRGS a partir das 10h desta terça-feira.

Encontrado em 2008 em São Gabriel, o fóssil é de um predador que pode ser considerado um parente pré-histórico dos leões.

O animal teria vivido no Rio Grande do Sul há mais de 260 milhões de anos. Os quatro dentes caninos grandes e curvados, em forma de gancho, são característicos de um carnívoro. Além disso, o crânio com quase 35 centímetros de comprimento (da parte posterior à ponta do focinho) apresenta oito pequenos dentes com serrilhas e outros quatro dentes incisivos em cada lado, totalizando 52 dentes.

A espécie foi chamada pelos pesquisadores de Pampaphoneus biccai, que significa "matador dos pampas" (o nome também homenageia José Bicca, proprietário da fazenda onde foi realizado o achado). Segundo o paleontólogo Juan Carlos Cisneros, responsável pela descoberta, ele é o primeiro animal carnívoro que viveu na América do Sul na Era Paleozoica.

— Ele não é um dinossauro, é um dincefálio, de um grupo de animais ancestral dos mamíferos — afirma.

De acordo com os cálculos dos paleontólogos, o predador pré-histórico seria quadrúpede e teria até três metros de comprimento (da face à ponta da cauda). Ele habitou a Terra no período Permiano, em uma época em que os continentes estavam se reagrupando. Alguns fósseis de animais semelhantes ao Pampaphoneus já foram encontrados na Rússia e na África do Sul.

Cisneros supõe que ele teria migrado entre as regiões devido ao alto poder de adaptação ao ambiente. Por comparação, o paleontólogo traça um paralelo com o puma, felino de grande porte que pode ser encontrado nas Américas:

— Ele era um predador de topo da cadeia alimentar, o equivalente ecológico a um leão. Ele desempenharia o mesmo papel na natureza que os grandes felinos.

No ano passado, o mesmo grupo de pesquisadores identificou um herbívoro da espécie Tiarajudens eccentricus, encontrado na mesma região. Cisneros afirma que o Pampaphoneus seria o predador deste animal. Ele ressalta que também já foram encontrados em solo gaúcho vestígios da existência de alguns anfíbios e répteis:

— No Brasil, quase tudo que se conhece desse período geológico foi encontrado no Rio Grande do Sul ou no Paraná.

O período Permiano foi o último da Era Palozoica. Cisneros destaca que o clima na região gaúcha, na época, era mais árido e sazonal, com grandes períodos de chuva e de seca, como no continente africano atual. Além disso, ele destaca a existência de muitos vulcões na época, cuja ação teria causado a extinção de 90% da vida existente na Terra.

Segundo Cisneros, a descoberta do predador dos pampas deverá ser publicada nesta semana na revista americana Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

Fonte: Reportagem de Matheus Beck, para o Jornal Zero Hora, publicada em 16/01/2012.

CONTRIBUIÇÃO DO INTERNAUTA: Foto de paisagem rural de Lavras do Sul

Foto gentilmente cedida por Brayann Teixeira

CARNALAVRAS 2012: Programação Oficial


Sexta-feira, 17 de fevereiro
20h – Carol Banda Show
1h – Louquinhos do Bem-Te-Vi
1h – Baile do Chope no Clube Comercial

Sábado, 18 de Fevereiro

16h30 – Carreata das Peruas
21h30 – Desfile e Coroação da Corte do Vira-Lata
22h – Rádio Mugango
23h – Desfile da Corte CarnaLavras 2012
Desfile dos 75 Anos do VG
Desfile das Ninfas
Desfile SFMSC
Desfile dos Filhos do Sol
1h – Carol Banda Show

Domingo, 19 de Fevereiro

17h – Baile do Guaraná (Grupo dos Relaxados)
Clube Comercial
18h – Carreata dos Blocos: VG / Relaxados / BF
21h – Desfile dos Blocos: Turma do Nenê
21h30 – Desfile do Bloco Os Nonão
22h – Quadrinhas dos Relaxados
1h – Carol Banda Show

Segunda-feira, 20 de fevereiro

16h30 – Desfile dos Blocos: Vira-Lata e Diversão Ilimitada
17h – Desfile da Corte Infantil com a Escola de Samba Erê
17h30 – Matinê na Praça Licínio Cardoso
20h – Arrastão Seresteiro com os Blocos: Os Nonão, Festeja e Cazuera
22h – Quadrinhas dos Relaxados
23h – Desfile do Bloco Marilu e convidados
1h – Carol Banda Show

Terça-feira, 21 de Fevereiro

16h – Desfile do Bloco Cem Miséria
17h - Matinê na Praça Licínio Cardoso
19h – Passeata dos Relaxados
22h – Quadrinhas dos Relaxados
23h – Despedida da Corte CarnaLavras 2012
23h30 – RÁDIO GALOCHA
1h – Carol Banda Show


ATENÇÃO: Programação sujeita a alterações

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

CULTURA: Placa da Casa de Cultura José Néri da Silveira

Imagem cedida por Guga Bulcão Teixeira

HISTÓRIA: Alguns dados históricos de Lavras do Sul


Texto publicado pelo Panorama Lavrense em 2008


"No fim do século XVIII já havia garimpagem na região. A tradição oral, sem que se tenha algum documento que comprove, conta que nos primórdios da mineração foi descoberta uma grande pepita de ouro com o formato da imagem de Santo Antônio, num remando do arroio Camaquã, que hoje banha a cidade. Por essa razão aquela garimpagem recebeu o nome da Santo Antônio das Lavras ficando como padroeiro da localidade o milagroso santo." (Centenário Lavras do Sul. Comissão Central das Comemorações do Centenário de Lavras do Sul. Bagé: Quadra, 1982).

Lavras do Sul é o único município gaúcho com origem na mineração e na extração de ouro, através de um acampamento mineiro situado às margens do arroio Camaquã da Lavras (um dos formadores do Rio Camaquã, que desemboca na Laguna dos Patos) para a exploração das pepitas de ouro depositadas naturalmente no leito do rio. Há registros de que o ouro do território onde hoje localiza-se o município foi explorado por europeus e canadenses.

As disputas pelas terras conquistadas por Portugal e Espanha originaram tratados de limites como os de Madri e de Santo Ildefonso que tiveram suas linhas determinadas em documentos e posteriormente demarcadas, pois a linha do Tratado de Santo Ildefonso curiosamente faz uma curva sobre o território do município e as linhas dois dois tratados unem-se justamente sobre o território de Lavras, formando assim um vértice histórico.

Em função da descoberta e busca desse mineral, a região atraiu colonizadores portugueses, belgas e espanhóis no final do século XVIII. Com a exploração aurífera, formou-se um núcleo populacional, que deu origem a cidade, desmembrada originalmente das terras de Rio Grande e Rio Pardo. Emancipou-se de Caçapava do Sul, em 9 de maio de 1882, através da Lei Estadual Nº 1364. É, por ordem de criação, o 54º município gaúcho.

Por conta do auge econômico da mineração do ouro na década de 1930, a cidade, que atualmente tem cerca de 8 000 habitantes, chegou a ter o dobro da população.

O nome da cidade deriva da divisão de glebas destinadas à mineração (lavra) do ouro. Ao nome "Lavras" adicionou-se a expressão "do Sul", por já existir um cidade denominada Lavras, em Minas Gerais.

Datas-chave de Lavras do Sul

* 1825 (data provável): início oficial da formação e colonização do município.
* 13/11/1847: elevação de Lavras à categoria de freguesia.
* 09/05/1882: Lavras é elevada a categoria de vila e município.
* 21/03/1939: a sede do município foi elevada à cidade.

A lenda que deu origem à colonização de Lavras do Sul

Um garimpeiro teria achado uma pepita grande de ouro com o formato da imagem de Santo Antônio, às margens do arroio Camaquã das Lavras. Espalhada a notícia sobre a ocorrência desse mineral na região, muitos aventureiros perceberam a semelhança do solo local com as terras de Mato Grosso e Minas Gerais. Em 1796, a primeira descoberta de ouro em lavras aconteceu, dando origem ao início da colonização do município e à exploração da mineração aurífera, por ingleses e belgas. Embora o povoamento tenha se estabelecido em 1825, espanhóis, portugueses, índios e bandeirantes paulistas, além das nacionalidades que já estavam na região, foram para a região atraídos pela quantidade de ouro existente.

CARNALAVRAS 2012: Memória - Foliões nos anos 1960


  Foto gentilmente cedida por Rosamaria Costa

ENTIDADES CARNAVALESCAS: As Peruas


O bloco As Peruas, fundado nos anos 2000, tem a cor lilás como a principal. Seus membros são  exclusivamente mulheres, a maioria na faixa dos 30 anos de idade, e seu tradicional churrasco e carreata de volta à cidade são sempre realizados no sábado de Carnaval. O bloco participou de uma partida recreativa, fora de competição, no Torneio Interblocos de 2009.


CARNALAVRAS 2012: Hino do Vai de Qualquer Geito (VG)




A canção tradicional do Vai de Qualquer Geito, o famoso Vai-Vai, surgiu em 1939 (em 38 o Bloco entrou no clube cantando várias marchinhas da época) quando estavam no mictório do Clube, os Srs. Dante La-Rocca e Carlos Machado, já levemente embriagados", começaram a cantar o samba Cai-Cai; da contoria começou a sair Vai-Vai, Vai de Qualquer Geito Vai... e tanto foi que a coisa chegou a seu final feliz e ficou assim:

Vai-Vai - Vai-Vai
Vai de Qualquer Geito Vai
Vai-Vai - Vai-Vai
Enfesar no Carnaval.


Os anos vão se passando,
Deixando recordação
E o Bloco de Qualquer Geito
Também deixa esta canção!


Vai-Vai - Vai-Vai
Vai de Qualquer Geito Vai
Vai-Vai - Vai-Vai
Enfesar no Carnaval.


Em 1945, de autoria do benemérito Carlos Schwartz, foram incorporados mais dois versos:
Voltou o Qualquer Geito
Na folia pra brincar
Esta vida é mesmo assim
Não devemos descansar.


Avante Relaxados,
Marimbas e Garotas,
Pra no fim do carnaval,
Parará tim-bum,
A vitória conquistar.


E em 1966, de autoria de Jorge Schwartz, incorporou-se mais um verso:
Vai com G ou vai com J,
Sem ser bloco veterano,
Qualquer Geito é um colosso
Desde seu primeiro ano.


Textos extraídos do livro "45 Carnavais sua história e tradições" de Mario Antônio Luchsinger Teixeira.

Fonte das informações: site do VG
Fonte da imagem: Facebook

CARNALAVRAS 2012: Cartaz do Bloco Vira Lata para 2012


Imagem gentilmente cedida por Giuliano Krause

PAMPA GAÚCHO: BR-153, nas proximidades de Bagé

PAMPA GAÚCHO: Paisagem da região de Caçapava do Sul

PAMPA GAÚCHO: Morros junto à BR-290, em Vila Nova do Sul

PAMPA GAÚCHO: Imagem de satélite das Minas do Camaquã, em Caçapava do Sul (Fonte: Google Earth)

CARNALAVRAS 2012: Memória - Fotos do Carnaval do Ibaré em 2011 (Fonte: SECTUR)





CARNALAVRAS 2012: Candidatas à Rainha Adulta, no concurso da Corte dos Soberanos (07/01/2012)


Foto gentilmente cedida por: Thaís Viero

sábado, 14 de janeiro de 2012

ENTIDADES CARNAVALESCAS: Vai de Qualquer Geito (VG)

Os jovens lavrenses de 1938 que não eram acadêmicos ou não pertenciam a classe dos intelectuais estavam sem blocos. Nessa situação, como o Deixa Mágoas não existia mais, tomaram uma decisão: "Vamos sair de qualquer jeito!". A frase marcou tanto que deu origem a um dos maiores expoentes da folia Lavrense.
 
O nome original era Vae de Qualquer Geito ("Vae" acabou sendo corrigido, e "Geito", segundo o Dr. Pery Teixeira, que foi um grande estudioso do idioma guarani, também é uma forma certa deste vocábulo).
Suas cores são o azul, vermelho e branco. Possui tradições como a Champanhada, o Baile do Vinho, o churrasco (o primeiro realizado em 1939), os batizados com cerveja e farinha (tradição surgida nos primeiros churrascos) e, claro, a tradicional Rádio Galocha.
 
A Rádio Galocha é um dos quadros mais irreverentes do humor do Carnaval do município, simula uma rádio com diversos programas em que são feitas sátiras e paródias musicais aos fatos ocorridos na cidade ao longo do ano.

Seus hinos são marcantes e tiveram contribuições de grandes nomes da música brasileira, como Lupicínio Rodrigues.
 
Os fundadores que instituiram uma das maiores entidades da carnavlescas de Lavras do Sul foram: Aurélio Ricalde, Balduino Silva, Bibiano Machado, Carlos Machado, Dante La-Rocca, Darcy Teixeira, Doracy M. de Camargo, Eli Teixeira, Enía Machado, Hugo Brito, Ismael Brito, Ivo Severo, José Ricardo de Souza, José Adail Teixeira, José Machado, Maurício Teixeira, Milton Carvalho, Namur Pires Monteiro, Nepomuceno Teixeira, Nestor Mazzini, Ney Tunholi, Valdo Teixeira e Zeferino Ricalde. Na atualidade, nomes como Sávio La-Rocca, Alessandro La-Rocca, Toti Teixeira, Mario Antonio Teixeira (Tonha), Cássio La-Bella e Renata La-Rocca, entre outros, fazem por permanecer aceso o orgulho de pertencer a um dos maiores blocos do Carnaval de Lavras.
 
Nos anos 2000, a geração mais tradicional ganhou o acréscimo de diversos jovens, apaixonados pelo bloco, que se filiaram ao bloco nos últimos anos, como Vitória Coiro, Estela La-Bella, Helena Teixeira Costa e Anne Munhoz. O grande número de membros mantém viva a saudável rivalidade com Os Relaxados, outra grande instituição do Carnaval de Lavras.
 
O VG se destaca, ainda, no esporte amador, sendo tricampeão do Torneio Interblocos, em 2008, 2009 e 2011
 

Movimento na sede do VG, Carnaval 2010 - Crédito da imagem: SECTUR
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Maiores informações: SITE DO VG e Facebook do VG.

TRADICIONALISMO: Culinária em Lavras do Sul

Culinária
Quem vai a Lavras se surpreende com a variada culinária e uma alimentação peculiar, que agrada a todos os paladares.
 
A carne de ovelha é bastante apreciada na cidade, em diversas formas: desde as mais comuns, como costela e espinhaço, até as raramente consumidas em boa parte do Estado, por exemplo o coração. Há também um grande consumo de gado, sendo aproveitadas as mais diversas partes do boi. A pesca é artesanal e realizada em açudes; muitos vão "para fora", ou seja, em açudes na zona rural, para fisgar peixes como tilápias e carpas, que depois são consumidos em jantares, principalmente na Sexta-Feira Santa.
 
Definitivamente, não é necessário explicar por que o churrasco é o prato mais tradicional em festas, encontros de amigos e no cotidiano dos lavrenses, tanto na zona rural, quanto na sede municipal.
 
As linguiças lavrenses, a base de porco e de gado, produzidas de forma artesanal e caseira, por fazendeiros locais (como Italo Brasil La-Rocca), ou por vários açougues (a mais famosa é a da Churrascaria Freitas) são de um sabor diferenciado e marcante.
 
Feijão mexido, arroz e saladas são acompanhamentos que não podem faltar nos almoços e jantas lavrenses.
 
No café da manhã e no lanche da tarde, os pães de padarias como a 3 Estrelas, a Pão de Mel e a São José, saborosos, fazem grande sucesso.
 
Para quem não resiste a gostouras, há locais, como o Bar Central, as lancherias Garajão e Parada Lanches e o Telúrica Bar, entre outros, que preparam xis burguer's deliciosos e de um tamanho considerável.


O Telúrica Bar, além do xis, é famoso por suas pizzas, calzones (pizzas dobradas, fechadas e com recheio) e por seus pratos com nomes de pessoas famosas da cidade (sanduíches como Fafá e Waguinho). Oferece ainda pratos à la-carte, como o Frango à Majestik (sobrecoxa de frango desossada e frita, decorada com pêssegos, abacaxis, figos em calda e queijo e acompanhada de arroz, batata frita e salada de maionese).
 
Um elemento que jamais pode faltar no dia-a-dia dos lavrenses é o tradicional chimarrão (ou mate, como os nativos da cidade o chamam). O chimarrão é sagrado, sendo preparado todos os dias, para espantar o frio, manter a tradição e unir as pessoas em volta. É bastante comum o fato de os moradores oferecerem mate aos visitantes de suas casas, não importa a hora do dia; é mais uma demonstração da hospitalidade lavrenses e da interior gaúcho.
 
Na zona rural, há o chamado café campeiro, com pães, geleias, compotas e quitutes feitos dentro das estâncias, com uma sabor diferente e único. É uma gastronomia típica da região e oferecida nos hotéis-fazenda do município.
 
Nos mercados da cidade, há diversas marcas e tipos de produtos e mantimentos que atendem a todas as necessidades da população. Podemos encontrar, desde marcas consagradas até produtos com fabricação e venda tipicamente voltados para as cidades do interior. É o caso, por exemplo, das tubaínas (refrigerantes de marcas pouco conhecidas); em Lavras, a população consome consideravelmente estas bebidas, superando os refrigerantes diet, os quais não são vendidos em determinados estabelecimentos.

Não podemos esquecer de citar os tradicionais doces caseiros e quitutes, preparados por diversas donas-de-casa em suas próprias residências, e que são oferecidos por elas às visitas. Quando visitamos a casa de alguém em Lavras, e a dona da casa nos oferece delícias como ambrosia, pão caseiro, merengue, bolo, figada, marmelada, pastel, rapadura, torta de bolacha, pizza de sardinha, entre outras, é praticamente impossível recusar e resistir às tentações da culinária lavrense. Aliás, estas donas de casa oferecem esses quitutes de livre e espontânea vontade, para qualquer visita. Os que não aceitam as ofertas destas guloseimas, preparadas com tanto carinho e satisfação, correm o risco de deixar essas dedicadas cozinheiras desapontadas, além é claro de deixarem de experimentar deliciosas iguarias.


Forno de pizza, Telúrica Bar - 2011

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

CARNALAVRAS 2012: Prestação de contas do Baile da Corte dos Soberanos é realizada no dia 11/01 (quarta-feira), na sede da SECTUR

No dia 11 de janeiro, na SECTUR, os blocos se reuniram com a Secretária de Turismo, Fernanda Teixeira Carvalho, para prestar contas do baile da corte, onde foram escolhidos os representantes do CarnaLavras 2012. O total para cada bloco foi de R$878,25; sendo que, cada bloco, ainda ganhou um acréscimo das vendas de ingressos antecipados. Para os oito blocos participantes, o valor adquirido na festa é de grande estima, pois, já iniciam os preparativos do maior carnaval da região com grande apoio financeiro.

Fonte: Blog do Turismo.

EVENTOS: Credenciadora Aberta de Lavras do Sul, de 20 a 22 de janeiro (sexta a domingo)

Fonte da imagem: Site do Sindicato Rural

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Conheça Lavras do Sul!

O município gaúcho de Lavras do Sul está localizado a 324 km a sudoeste de Porto Alegre, entre Caçapava do Sul e Bagé, através de acessos pelas rodovias BR-290, BR-392 e ERS-357. Possui 7 679 habitantes, distribuídos em uma área de 2 600 km² (IBGE, 2010). Emancipado de Caçapava em 9 de maio de 1882, foi o único município gaúcho com origem na mineração do ouro. Possui as denominações carinhosas de "Pepita do Rio Grande" e "Terra do Ouro". Na atualidade, a economia se baseia na pecuária (principalmente bovinos e ovinos), comércio, fruticultura, lãs, indústrias artesanais e turismo. Tem como atrações turísticas principais a Igreja Matriz de Santo Antônio, a Praça Licinio Cardoso e o Camping Municipal (ou Praia do Paredão). O Carnaval lavrense é um dos maiores do Rio Grande do Sul e do Interior Brasileiro. Além do Carnaval, são realizadas as mais diversas festas e eventos ao longo do ano. Tudo consequência da alegria, da tranquilidade, da hospitalidade e da receptividade do povo lavrense.
A Sede está situada na latitude de 30°48’41”S e longitude 53°54’02” O. São dois os Distritos: o primeiro, Sede, com 1.240 km² aproximadamente; e o segundo, o Ibaré, com 1.360 km² aproximadamente.
A altitude média é de 300 metros acima do nível do mar (oficialmente ela está em 277 metros), mas em vários pontos, chega a 400, 450 metros. Nas regiões do extremo oeste do município, alcança apenas 98 m nas curvas do Rio Santa Maria.
Faz divisa com sete municípios: Vila Nova do Sul e Santa Margarida do Sul (norte), São Gabriel (norte e noroeste), Dom Pedrito (oeste, sul e sudoeste), Bagé (sudeste), Caçapava do Sul (leste e nordeste) e São Sepé (nordeste e norte). Até os anos 1980, havia uma pequena divisa com Rosário do Sul, que foi extinta devido a anexações aos municípios de Dom Pedrito e São Gabriel. O perímetro aproximado de divisas de Lavras do Sul é de 380 km. A distância entre os extremos leste-oeste é de cerca de 120 km.
Lavras do Sul está situada a 2.431 km de Brasília, Capital do Brasil, e a 641 km de Montevidéu, Capital do Uruguai. Localiza-se na faixa de fronteira.

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