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EXTRA: No início da madrugada deste domingo, saiu o resultado dos representantes da Corte do Carnaval de Lavras do Sul em 2019. Confiram os nomes e seus respectivos blocos: Rei Momo Infantil = Joaquim Barbosa (Grupo dos Relaxados) Rainha Infantil = Valentine Silva (Pérola Negra) Rei Momo Adulto = Samuel dos Santos (Grupo dos Relaxados) Rainha Adulta = Maria Luiza (Bloco BDF). Mais informações e fotos em breve! ----- Visitar Lavras do Sul é se surpreender com um jeito peculiar e simples de levar a vida. Muitas vezes se diz que Lavras do Sul é uma grande família, por conta de sua hospitalidade entre os habitantes e para com os visitantes. Apesar de seu tamanho de pequeno porte, possui atrações e eventos que atraem pessoas de diversos lugares e de todos os estilos, em todas as épocas do ano. Conhecendo Lavras do Sul, tu irás te surpreender. ///// Localizado na mesorregião do Sudoeste Rio-grandense e na microrregião da Campanha Meridional, a 320 quilômetros via rodoviária da Capital do Estado do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, o município de Lavras do Sul foi fundado em 9 de maio de 1882, emancipando-se de Caçapava do Sul. É o único município gaúcho com origem na mineração e na extração do ouro, mineral outrora abundante na região. Segundo dados do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, a população era de 7.679 habitantes. Seu território se estende por 2.600 km² e, as Coordenadas Geográficas da zona urbana são 30° 48' 41” S, 53° 54' 02” O. Divide-se em dois distritos: Sede (a leste) e Ibaré (a oeste).

HISTÓRIA

A Origem de Lavras do Sul é peculiar no RS e vem da mineração e da existência de ricas jazidas de ouro, sendo assim o único município do Estado surgido e formado em torno deste mineral. Há uma identificação de mais de 250 anos com a mineração, o que fez com que Lavras recebesse o cognome de “Terra do Ouro”.

Antiga aldeia dos índios Guenoas, o território lavrense fez parte das missões jesuíticas, começando a ser colonizado a partir do final do Século XVIII. Segundo o livro "Município, teu nome é sucesso", de Giovani Cherini, publicado pela Assembleia Legislativa em 2001, as terras de Lavras do Sul são originadas de Bagé e Caçapava do Sul, que, por sua vez, pertenciam a Rio Grande e Rio Pardo em outrora. Estima-se na data de 1825 o início do povoamento da região, embora portugueses, espanhóis e índios já exploravam a mineração antes disso, por volta de 1796 (ano em que ocorreu a primeira descoberta de ouro na região), acreditando-se terem vindo para o sul juntamente com os bandeirantes paulistas.

A exploração do ouro (lavra) deu origem ao nome do Município, que já teve a denominação "Santo Antônio das Lavras". A atual Igreja Matriz está construída no mesmo local da capela originária.

Lavras do Sul foi emancipada em 9 de maio de 1882 e passou a ser uma cidade em 1938.

O solo do Município era muito semelhante aos das terras de Mato Grosso e Minas Gerais, atraindo diversos garimpeiros e aventureiros de várias partes do mundo para as terras lavrenses do sul e as águas do Arroio Camaquã das Lavras.

O nome oficial Lavras do Sul foi definido em 29 de dezembro de 1944. O curioso é que o nome da cidade quase se tornou Araíuba (“lugar do ouro”), por conta de um decreto do Governo na época, que disciplinava os nomes das cidades de acordo com suas origens e descendências, ideia que acabou sendo engavetada.

A primeira grande companhia de extração de ouro surgiu no Município em 1875, a Gold Mining Company, de capital inglês, responsável por um grande crescimento e progresso. Funcionou por mais de uma década, tendo os minerais extraídos no solo lavrense cotados como capital na Bolsa de Valores de Londres.

"No fim do século XVIII já havia garimpagem na região. A tradição oral, sem que se tenha algum documento que comprove, conta que nos primórdios da mineração foi descoberta uma grande pepita de ouro com o formato da imagem de Santo Antônio, num remando do arroio Camaquã, que hoje banha a cidade. Por essa razão aquela garimpagem recebeu o nome de Santo Antônio das Lavras ficando como padroeiro da localidade o milagroso santo." (Centenário Lavras do Sul. Comissão Central das Comemorações do Centenário de Lavras do Sul. Bagé: Quadra, 1982).

Segundo a lenda, que pode ter dado origem a cidade, um garimpeiro teria achado uma pepita grande de ouro com o formato da imagem de Santo Antônio, as margens do arroio Camaquã das Lavras. Espalhada a notícia sobre a ocorrência desse mineral na região, muitos aventureiros perceberam a semelhança do solo local com as terras de Mato Grosso e Minas Gerais. Em 1796, a primeira descoberta de ouro em Lavras aconteceu, dando origem ao início da colonização do município e a exploração da mineração aurífera. Há registros de que o ouro do território onde hoje localiza-se o município foi explorado por europeus e canadenses. Embora o povoamento tenha se estabelecido em 1825, além dos ingleses e canadenses, belgas, espanhóis, portugueses, índios e bandeirantes paulistas já estavam na região, atraídos pela quantidade de ouro existente.

As disputas pelas terras conquistadas por Portugal e Espanha originaram tratados de limites como os de Madri e de Santo Ildefonso que tiveram suas linhas determinadas em documentos e posteriormente demarcadas, pois a linha do Tratado de Santo Ildefonso curiosamente faz uma curva sobre o território do município e as linhas dos dois tratados unem-se justamente sobre o território de Lavras, formando assim um vértice histórico.

Lavras do Sul é o único município gaúcho com origem na extração de ouro, através de um acampamento mineiro situado às margens do arroio Camaquã da Lavras (um dos formadores do rio Camaquã, que desemboca na Laguna dos Patos) para a exploração das pepitas de ouro depositadas no leito do rio; antes disso, no entanto, há registros de que o ouro do território, onde hoje é o município, foi explorado por portugueses e espanhóis. Em função da descoberta e da busca de ouro, a região atraiu colonizadores portugueses, belgas e espanhóis no final do século XVIII. Com a exploração do mineral, formou-se um núcleo populacional, que deu origem a cidade, desmembrada originalmente das terras de Rio Grande e Rio Pardo.

A ocupação humana de Lavras do Sul iniciou-se através da mineração, da distribuição de terras (sesmarias), no século XVIII, e da colonização de diversas etnias, a partir do início do século XX, especialmente portugueses, espanhóis, latinos e negros.

Sua fundação ocorreu a 9 de maio de 1882, uma terça-feira [1], separando-se de Caçapava do Sul e Bagé. Em 1959, fazia parte dos 152 municípios gaúchos existentes até então (em 2016, são 497).

O nome do Município deriva da divisão de glebas (lotes, terrenos) destinadas à mineração (lavra) do ouro. Além disso, ao nome "lavras" foi adicionada expressão "do Sul", por já existir um município denominado Lavras, em Minas Gerais.

Notas e Referências

[1] Calendários Perpétuos. Disponível em: http://www.ghiorzi.org/caleperp.htm, acesso em 30/10/2009.

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Mapa (Google Maps)

FONTE: Google Maps.

Conheça Lavras do Sul!

O município gaúcho de Lavras do Sul está localizado a 324 km a sudoeste de Porto Alegre, entre Caçapava do Sul e Bagé, através de acessos pelas rodovias BR-290, BR-392 e ERS-357. Possui 7 679 habitantes, distribuídos em uma área de 2 600 km² (IBGE, 2010). Emancipado de Caçapava em 9 de maio de 1882, foi o único município gaúcho com origem na mineração do ouro. Possui as denominações carinhosas de "Pepita do Rio Grande" e "Terra do Ouro". Na atualidade, a economia se baseia na pecuária (principalmente bovinos e ovinos), comércio, fruticultura, lãs, indústrias artesanais e turismo. Tem como atrações turísticas principais a Igreja Matriz de Santo Antônio, a Praça Licinio Cardoso e o Camping Municipal (ou Praia do Paredão). O Carnaval lavrense é um dos maiores do Rio Grande do Sul e do Interior Brasileiro. Além do Carnaval, são realizadas as mais diversas festas e eventos ao longo do ano. Tudo consequência da alegria, da tranquilidade, da hospitalidade e da receptividade do povo lavrense.
A Sede está situada na latitude de 30°48’41”S e longitude 53°54’02” O. São dois os Distritos: o primeiro, Sede, com 1.240 km² aproximadamente; e o segundo, o Ibaré, com 1.360 km² aproximadamente.
A altitude média é de 300 metros acima do nível do mar (oficialmente ela está em 277 metros), mas em vários pontos, chega a 400, 450 metros. Nas regiões do extremo oeste do município, alcança apenas 98 m nas curvas do Rio Santa Maria.
Faz divisa com sete municípios: Vila Nova do Sul e Santa Margarida do Sul (norte), São Gabriel (norte e noroeste), Dom Pedrito (oeste, sul e sudoeste), Bagé (sudeste), Caçapava do Sul (leste e nordeste) e São Sepé (nordeste e norte). Até os anos 1980, havia uma pequena divisa com Rosário do Sul, que foi extinta devido a anexações aos municípios de Dom Pedrito e São Gabriel. O perímetro aproximado de divisas de Lavras do Sul é de 380 km. A distância entre os extremos leste-oeste é de cerca de 120 km.
Lavras do Sul está situada a 2.431 km de Brasília, Capital do Brasil, e a 641 km de Montevidéu, Capital do Uruguai. Localiza-se na faixa de fronteira.

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